Discurso de DILMA hoje na reunião do MERCOSUL. Intriga com ISRAEL permanece.

Discurso de DILMA hoje na reunião do MERCOSUL. Intriga com ISRAEL permanece.

   Dilma novamente declara que o Brasil acha desproporcional a ofensiva de Israel.

  Com o objetivo de destruir ainda nessa empreitada todos os túneis escavados pelo Hamas para realizar atos de terrorismo judeu, os israelenses ja disseram que só devem parar quando acabarem o serviço. A presidente Dilma, aparentemente ressentida, não desistiu de prolongar a intriga diplomática entre Brasileiros e israelenses e aproveitou a reunião do Mercosul para dar mais uma implicada. 

    Novamente nenhuma palavra foi dita condenando as ações do Hamas. É muito bonitinho e politicamente correto subir em uma tribuna e dizer coisas como: exigimos "cessar fogo imediato, abrangente e permanente". Nada foi sugerido que pudesse ajudar a solucionar essa guerra politico-religiosa que ja ultrapassa gerações.

     Como disse o próprio Ministério das relações exteriores de Israel: "o Brasil é um parceiro diplomático irrelevante, que cria mais problemas, em vez de contribuir com soluções."

   O governo brasileiro tem que aprender que em alguns casos uma "não ação" é mais eficaz que o prolongamento de uma discussão que não leva a lugar nenhum. Ou por acaso alguém acredita que Israel vai deixar de se defender dos ataques terroristas pelo ar e por baixo da terra simplesmente porque o Brasil fez beicinho?

  O presidente venezuelano endossou as palavras de Dilma e disse que "há um profundo sentimento de solidariedade com o povo palestino e que há consenso quanto à necessidade de um cessar-fogo imediato na região e de retomada das conversações de paz'.

   Um extrato do discurso de Dilma Roussef em 29/07/2014, em Caracas.

   Não podemos também negligenciar uma inserção de nossas economias no mundo global, porque o Mercosul não é um espaço econômico insignificante…. Nosso compromisso com a estabilidade e a paz se estende a todos os quadrantes do mundo. Não podemos aceitar impassíveis a escalada de violência entre Israel e Palestina. Desde o princípio, o Brasil condenou o lançamento de foguetes e morteiros contra Israel e reconheceu o direito israelense de se defender. No entanto, é necessário ressaltar nossa mais veemente condenação ao uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças.

    O governo brasileiro reitera seu chamado a um cessar-fogo imediato, abrangente e permanente entre as partes. O Brasil, em todos os fóruns, em todas as aberturas da Assembleia-Geral da ONU, que nós temos o privilégio de dar início, manifestou que a construção da paz naquela região do mundo passa pela construção de dois Estados, passa pela construção de um Estado de Israel já operante, já construído e já sólido, e por um Estado Palestino, por quê? Porque consideramos que para a estabilidade da região e até para a segurança de Israel, a existência dos dois Estados é precondição. Acreditamos que o conflito israelo-palestino é um conflito que tem um potencial de desestabilizar toda aquela região. Por isso, reiteramos essa questão do cessar-fogo imediato, abrangente e permanente.

    http://sociedademilitar.com.br

 
 
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