Não DOBRE À DIREITA, RISCO DE MORTE. Estado assume fracasso na Segurança Pública

agosto 13, 2016 - 8:26

Rio de JANEIRO assume que existem ZONAS PROIBIDAS NA CIDADE – Não DOBRE À DIREITA, RISCO DE MORTE.

Nas ZONAS PROÍBIDAS do Rio de Janeiro há muitas armas e a população é mantida acuada e forçada a colaborar com o tráfico, que permanece atento 24 horas por dia, faz as leis e acaba envolvendo toda a juventude.

Grande parte dos jovens de alguma forma tem ligações com o tráfico de drogas, seja como usuários, traficantes de menor status nas quadrilhas ou pelo menos possuem amigos ou parentes envolvidos com o tráfico, o que os faz com que todos convivam quotidianamente com pessoas portando armas e drogas.

Depois que uma guarnição da Força Nacional foi fuzilada ao entrar por engano na Favela Vila do João a informação de que o RIO tem zonas proibidas rodou o mundo.

Em Niterói e outros locais do Rio de Janeiro já se tornou bastante comum pessoas seqüestradas e assassinadas por errar o caminho.

errou o caminho gps assassinato rio

A próxima entrada á direita é a “portaria” da Vila do João. No local já morreram várias pessoas. “a culpa é do GPS”.

vial do joão morte no gps

Imagens de google MAPS e Jornais locais

As autoridades cariocas mantém uma espécie de PACTO extra-oficial com os “donos” das comunidades. Enquanto estes permanecem dentro de seus domínios, “apenas” fornecendo drogas para os usuários locais e que chegam em carros de luxo para adquirir drogas que saciarão seus malditos vícios, nada ou muito pouco é feito contra eles. É permitido que mantenham consigo seu armamento com alto poder de destruição e que exerçam seu poder de vida e morte sobre os moradores das favelas cariocas, carinhosamente rebatizadas de comunidades.

Sugestões para que se “oficialize” a existência dessas ZONAS SEM LEI colocando placas de advertência são rechaçadas pelo governo. Para os governantes isso “pegaria mal” pois acabaria fazendo o mundo saber que no Rio de Janeiro a criminalidade venceu a batalha do BEM contra o MAL.

A segurança pública sofre uma desorganização completa. São três categorias profissionais realizando serviços semelhantes, mas recebendo remuneração completamente diferente. Policiais Militares do estado, Militares das Forças Armadas e Força Nacional, os últimos recebendo cerca de 10 vezes mais que os militares das Forças Armadas.

Ao colocar essa semana uma guarnição do Exército na “portaria” da Comunidade Vila do João para evitar que turistas entrem por engano, o ESTADO assume que dentro da FAVELA existe criminosos, drogas e armas ilegais.

Ao descumprir a lei, se negando a entrar na “comunidade” para apreender o material ilícito e prender os criminosos, o Governo assume a existência de zonas proibidas no país.

Revista Sociedade Militar

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