Jogada na CADEIA a oficial BOMBEIRA militar que, passando mal, recusou trabalhar no SAMU

janeiro 9, 2017 - 15:48

"depois de várias ocorrências no dia, informou ao médico coordenador da regulação do SAMU que não estava bem e não poderia dar continuidade ao serviço. Solicitou ajuda, havia chegado no seu limite."

Melissa Tenente presaRedes sociais do RIO DE JANEIRO agrupam milhares de comentários de MILITARES indignados com o tratamento dado para a Tenente BOMBEIRA MILITAR que teria se sentido mal e recusado a trabalhar em ambulância do SAMU na Zona Oeste da cidade. 

Blogs ligados ao CORPO DE BOMBEIROS DENUNCÍAM O CASO e nas redes alguns militares já falam em manifestação em frete ao quartel onde a militar está detida. Militares cariocas ja estão no limite, andam indignados com atrasos nos pagamentos e outros abusos contra  suas famílias.

O RIO é dos poucos lugares que tem como prática o absurdo de colocar BOMBEIROS em ambulâncias do SAMU, isso desorganiza a corporação e deixa os militares completamente exaustos.

O correto seria que firmas particulares ou funcionários públicos fossem contratadas para a função.

Melissa, tenente enfermeira do CBMERJ, neste último final de semana, correndo na ambulância de campo grande (quem conhece sabe que é chapa muito quente) depois de várias ocorrências no dia, informou ao médico coordenador da regulação do SAMU que não estava bem e não poderia dar continuidade ao serviço. Solicitou ajuda, havia chegado no seu limite. Do outro lado da linha o médico frio, um tanto quanto sarcástico, desacreditou dos relatos da militar, desconsiderou seu histórico clínico de síndrome de esgotamento e tratamento de depressão (faz uso de fluoxetina, Clonazepam e imipramina uso regular) e determinou que a mesma continuasse. Imediatamente se negou, agora ela é quem precisava de socorro. Quando regressou ao quartel recebeu do oficial de dia voz de prisão por insubordinação vinda por ordens superiores (Cel Simas). Ainda tentaram convencê-la de ir para o evento seguinte a fim de amenizar, porém a Ten Melissa não tinha a menor condições e não foi. 

Conduziram-na até a corregedoria, lavraram o auto de prisão em flagrante (mesmo alegando necessidade de atendimento médico e apresentando sintomas diversos) prometeram levá-la até a psiquiatria, contudo jogaram na numa cela insalubre no quartel do Humaitá com água potável somente na garrafa.”

Texto de http://www.sosbombeirosrj.com/2017/01/a-face-da-desumanidade-dentro-do-cbmerj.html?m=1

Revista Sociedade Militar

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