MILITARES do Brasil na SÍRIA! Rival dos EUA e apoiadora do ditador Bashar Al Assad, Rússia propõe que Brasil integre missão de paz na região

MILITARES do Brasil na SÍRIA – Rival dos EUA e apoiadora do ditador Bashar Al Assad, Rússia propõe que Brasil integre missão de paz na região

A disputa entre Rússia e EUA e as intrigas causadas pelo insistente ímpeto russo em apoiar o ditador local, Bashar Al Assad, são assunto de conhecimento geral e tiram o sono de muita gente que acredita que o local pode ser o estopim de mais uma grande guerra.

Ainda na semana passada o atual ministro da DEFESA, Raul Jungmann, acertou detalhes de cooperação militar-tecnológica com o Irã e no mesmo evento agendou uma visita do estado maior do exército russo ao nosso país. É obvio o interesse russo em estreitar os laços com os brasileiros.

Se não projeta aqui nenhuma espécie de “hard Power”, pelo menos já percebe-se a busca de angariar simpatia e de que a sociedade brasileira comece a perceber as questões geopolíticas por sua ótica, daí o lançamento do periódico russo SPUTINIK em português, que é uma reformulação do antigo “voz da Rússia”, criado em oposição ao “voz da América”. O jornal online, que recebeu investimento pesado para “aparecer” no topo do google em português, tem tráfego que ultrapassa os seis dígitos no Brasil. Isso tudo confirma que há grande interesse dos russos em ser bem aceitos por aqui.

Se o Brasil integrar missões de paz ao lado de RUSSOS, INANIANOS E TURCOS, que fecham acordo de cooperação para criar zonas de exclusão na Síria, é inevitável que o país desenvolva um estreitamento das relações com militares desses países. Como dito acima, os RUSSOS trabalham para a manutenção do governo de ASSAD e os grupos de oposição já se manifestaram como contra a criação das zonas de exclusão.

Por outro lado, essa semana as Forças Armadas deixaram escapar que no segundo semestre desse ano o país deve realizar uma operação conjunta com militares norte-americanos na AMAZÔNIA.

Questões pertinentes

Do lado de quem o Brasil ficaria em um incidente como os mais recentes ocorridos na SÍRIA, onde militares e civis morreram em um ataque norte-americano a uma base militar? Afinal de contas, quem o Brasil apóia e quem é seu aliado natural num eventual recrudescimento da nova guerra fria? Ou conseguiremos permanecer completamente neutros?

Isso tudo pode parecer uma imensa e confusa salada de relacionamentos. A história nos ensina que existem momentos em que não há como não se posicionar.

Bem. Pra terminar fiquem com a máxima: "States have no permanent allies or friends, just permanent interests"

Revista Sociedade Militar –  REVISTA MILITAR em português

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