PRECIPITAÇÃO de MINISTRA evidenciada em nota sobre a Investigação da ABIN sobre o Ministro EDSON FACHIN

PRECIPITAÇÃO de MINISTRA evidenciada em nota sobre a Investigação da ABIN sobre o Ministro EDSON FACHIN

Atualmente a Agência Brasileira de Inteligência trabalha sob a supervisão de um general de EXÉRCITO. O general ETCHEGOYEN que ao longo de toda sua carreira tem se mostrado cumpridor da lei e das normas estabelecidas pelas instituições militares de nosso país.

Existe uma denúncia por parte de meios de comunicação de que existiu ou existe investigação buscando encontrar indícios de corrupção em membros do supremo Tribunal Federal, incluindo aí o MINISTRO Edson Fachin. Contudo, a reportagem da VEJA não apresentou qualquer prova de que tal fato realmente ocorra.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional declarou que:  “Tenho certeza de que isso não aconteceu. Confio na Abin, nos profissionais da Abin e eles têm dado reiteradas mostras de seu profissionalismo"

A VEJA disse que obteve a informação de um "funcionário de confiança" do Palácio do PLANALTO. Sob a batuta do General Etchegoyen e seus auxiliares é praticamente impossível que um "funcionário" do palácio soubesse de detalhes sobre qualquer investigação realizada pela ABIN. Quanto aos profissionais da ABIN, oficiais e analistas, pode-se dizer o mesmo, são altamente profissionais e cientes de que a ABIN é um orgão de estado.

Ora, inventar uma coisa dessas é muito fácil… mostrou um documento? Alguma evidência concreta?

A reportagem, dada a repercussão, acabou gerando uma declaração oficial por parte da Ministra Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Acreditamos que a nota de CARMEM LÚCIA, bem como de outras autoridades, é precipitada, seguindo a mesma linha que caracteriza as declarações últimas de ocupantes de altos cargos de nossa nação. Quanto maior o cargo mais necessária a inteligência emocional, que possibilita a tranquilidade e paciência para que aguardemos todos os dados necessários a uma tomada de decisão que condiz com a posição ocupada e gere o menor número de conseqüências negativas.

Ao que parece a nota da MINISTRA foi elaborada com base unicamente no que leu na REVISTA VEJA. Que – estranhamente – aos seus olhos tem mais credibilidade que o próprio General ETCHEGOYEN, que lhe contactou e informou que nada do que foi dito pela revista ocorre.

A própria CARMEM diz que nada foi confirmado. “se comprovado”. “O Supremo Tribunal Federal repudia, com veemência, espreita espúria, inconstitucional e imoral contra qualquer cidadão e, mais ainda, contra um de seus integrantes, mais ainda se voltada para constranger a Justiça. Se comprovada a sua ocorrência, em qualquer tempo, as consequências jurídicas, políticas e institucionais terão a intensidade do gravame cometido, como determinado pelo direito...”

Se nada for comprovado foram palavras ao vento, não só inúteis mas, pior do que isso, prejudiciais e que potencializam a crise ja existente. Autoridades tem que ter a capacidade de se calar em momentos como esse, pelo menos até que tenha certeza do que está ocorrendo realmente. Palavras vãs alimentam a crise.

Rodrigo JANOT segue a mesma linha imediatista e se manifesta também antes de qualquer coisa ser comprovada.

Nota do procurador-geral da República : “É com perplexidade que se toma conhecimento de suposta utilização do aparato estatal para desmerecer um membro da mais alta corte do país, que tem pautado sua atuação com isenção e responsabilidade".

JANOT se diz perplexo com a "suposta utilização do aparato estatal…". Ok. Ele esta perplexo com uma suposição!

A associação de JUIZES federais segue a mesma linha, emitindo nota com base em suposições, contra o que chama de "possível estratégia para constranger o suprema corte"

"A AJUFE – Associação dos Juízes Federais do Brasil, entidade de classe de âmbito nacional da magistratura federal, considerando posicionamento da Presidente do STF contra possível estratégia para constranger a Suprema Corte e seus Ministros, em especial o relator da operação Lava Jato, com a utilização de agências governamentais de espionagem, vem manifestar sua mais absoluta repulsa a tentativas de obstrução da Justiça e de enfraquecimento do Poder Judiciário."

Notem bem que nao se trata aqui de contestar a nota da veja. O  texto pouco discute a exsiência, ainda que imporovável, de tal investigação, o que se trata aqui é exactamente a notória precipitação das maiores autoridades do país que, sem aguardar sequer um dia e sem qualquer comprovação de fatos, se apressam em emitir notas. Por que tanta pressa em se manifestar sem qualquer base solida?

Aguardemos, se nada for comprovado essas notas de repúdio, símbolos claríssimos da falta de maturidade emocional de nossas autoridades, cairão apenas no esquecimento da maioria.

Revista Sociedade Militar

Veja: Nota de OFICIAIS de INTELIGÊNCIA SOBRE REPORTAGEM DA VEJA INSINUANDO que ABIN INVESTIGA ILEGALMENTE

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