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CONFUSÃO! Grupo de DIREITA comparece a evento de esquerda na UERJ. Proibido discordar!

Intimidação. Grupo de DIREITA comparece a evento de esquerda na UERJ. Proibido discordar!

Revista Sociedade Militar – RJ / Na comunidade “vanguardista” da UERJ a coisa não vai muito bem, ao que parece os alunos preferiram um jogo do flamengo à palestra da renomada professora, Maria Teresa Toríbio Brittes. 12 alunos compareceram ao “evento do ano” do Programa de Pós – graduação em História da UERJ.

O evento foi em comemoração aos 100 anos da Revolução Bolchevique e aos 50 anos do desaparecimento do “comandante” Chê Guevara.

No momento em que a professora Maria Teresa Toríbio Brittes – que tinha a palavra – fez uma comparação da repressão da polícia contra vândalos de esquerda com a ação das Forças Armadas nos anos 60, a qual se referiu como DITADURA MILITAR, um jovem declarou que não houve ditadura no Brasil.

“Não houve ditadura no Brasil… aqui tivemos um regime democrático-militar, que evitou a implantação de uma ditadura comunista…”, disse.

Em seguida se iniciou um coro com o tradicional grito de fascistas, fascistas, que impediu que o jovem terminasse sua fala.

Ao longo dos últimos anos a esquerda tem interrompido eventos em universidades e outros diversos locais públicos, sempre atacando qualquer um que discorde de suas posições. Há bem pouco tempo algumas pessoas idosas que participariam de evento no Clube Militar no Rio de Janeiro foram agredidas até com cusparadas no rosto. Na Universidade Federal Fluminense um evento onde Jair Bolsonaro ia palestrar foi cancelado por conta de manifestação de estudantes que gritavam “assassino, assassino”.

Em nota publicada no JB online, repetida por vários sites, a organização do evento diz que: “Consideramos graves os fatos, cujo objetivo é disseminar o ódio e a intolerância. Essas pessoas comportam-se como marginais, buscando, com métodos de intimidação, desencorajar iniciativas de debates ou reflexões …”

A organização diz ainda que: “… Tomaremos as providências necessárias para que essas práticas não se repitam e os indivíduos sejam devidamente responsabilizados…”. A administração da UERJ não se manifestou em apoio a organização do evento em homenagem a Chê Guevara e revolução Bolchevique.

Na medida em que a UERJ é uma instituição pública e levando-se em consideração que a comunidade foi convidada para participar do evento, a manifestação do jovem durante a fala da citada professora foi perfeitamente normal e dentro da liberdade que há em um estado democrático de direito, principalmente em se tratando de evento ocorrido em uma instituição pública. Antes do jovem patriota outras pessoas haviam interrompido a palestrante, mas como a opinião não destoava da visão da maioria, não houve intimidação.

Nota no JB online diz que o grupo de patriotas foi ao local para “.. fazer ameaça a professores e alunos e pedir a volta da ditadura militar no Brasil

Como ninguém publicou a visão dos manifestantes fizemos isso, acreditamos que a publicação de sua versão é importante. Questionado pela Revista Sociedade Militar, Exxxxx, o rapaz que se manifestou, disse que está apreensivo e que jamais disse que trabalha para o Exército ou que entregaria imagens para qualquer general. Disse ainda que desde o dia do acontecido vem recebendo ameaças.

não fomos ao local para ameaçar ninguém. A palestra era pública e eu recebi convite. Como outras pessoas fizeram eu expressei minha opinião. Mas começaram a me chamar de fascista e diante disso acho normal que eu aumentasse meu tom de voz. Não acho que uma universidade seja local para, com dinheiro público, se investir dinheiro em coisas como essa, que não têm nada de discussão. É simples exaltação de Comunismo, Cuba, Chê Guevara e essas coisas… nada mais que isso… e só declarei minha opinião… e não toleram o contraditório… ache uma ameaça que fiz lá no vídeo, não tem… um general disse publicamente que há espaço para intervenção militar se as instituições falirem… eu não posso dizer? Falar isso é crime, ameaça?”

Ao contrário do que se tenta fazer parecer, tudo indica que quem foi intimidado foi o rapaz interrompido e chamado de fascista apenas por ter declarado que no Brasil não houve ditadura militar. Não ofendeu ninguém e apenas apresentou sua visão, em uma instituição pública. Não podemos permitir que visões que vão contra o politicamente correto e contra ideologias completamente obsoletas e ultrapassadas sejam proibidas / criminalizadas.

O grupo também foi ameaçado pelas redes sociais.

Fotografias de pichações em paredes de banheiro da UERJ dão sinais de que há tentativas de se intimidar visões que discordam da ideologia de esquerda.

Revista Sociedade Militar

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