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Forças Armadas

PROTESTO de Militares das Forças Armadas contra privilégios para generais embutidos no Pl 1645/2019 chama a atenção no RIO

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A exemplo do que fez JAIR BOLSONARO em 1991, ao se manifestar com militares em frente ao Comando Militar do Leste e mais recentemente do que fizeram os oficiais que se manifestarem unidos, a pedido dos clubes militares, contra o Governo Dilma Roussef e a favor de Jair Bolsonaro, os graduados das Forças Armadas – debaixo de chuva – no RIO DE JANEIRO se manifestam contra itens do PL-1645, que privilegia oficiais generais e carreiras mais no topo da estrutura hierárquica.

Manifestantes alegam que não são contra a reestruturação e muito menos contra reajuste nos descontos, desde que a conta seja dividida entre todos, que não seja paga somente pelos graduados e seus pensionistas.

“…  se todos por lei representam as forças armadas, inclusive ameaçam de punição militares da reserva que se unem para pleitear mudanças no projeto de lei – um direito constitucional – porque querem criar uma gratificação de representação só para oficiais generais até na reserva?” Pergunta um suboficial da Marinha em redes sociais.

No Rio, nas imediações da Candelária, todas as pessoas que passavam olhavam com curiosidade as faixas exibidas pelo grupo Veteranos Atentos. Em uma das faixas lia-se: “reconhecimento é tudo que queremos no PL 1645, fizemos o nosso melhor pelas Forças Armadas… assim com os descontos são iguais os percentuais de reajuste tem que ser iguais…  meritocracia está na ascensão funcional, postos e graduações ais altos têm salários mais altos, simples assim. Isso é justiça.”.

O grupo VETERANOS ATENTOS é formado por homens e mulheres, militares na reserva. Entre os membros do grupo destacam-se algumas pioneiras dos quadros femininos da força naval

Graduados reclamam também de aumento desproporcional das gratificações para cursos que só alcançam os oficiais generais, outras carreiras do TOPO e algumas graduações somente na ATIVA, não alcançando militares da reserva da Marinha, Aeronáutica e alguns do exército.

“Acabou a paridade entre ativa e reserva… Caso o Projeto de Lei seja aprovado da forma em que se encontra os militares da reserva ficarão com salários menores do que seus da mesma graduação pares na ativa”, explicam

Revista Sociedade Militar

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