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Forças Armadas / Polícia

MILITARES MORTOS – Colegas se revoltam com “covardia” das instituições contra “guerrilheiros”

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Dois policiais foram mortos nesse sábado em uma estrada vicinal da região do distrito de Mutum-Paraná, distante cerca de 160 quilômetros de Porto Velho, Rondônia. O primeiro policial morto foi um tenente da reserva, seu nome é José Figueiredo Sobrinho. Ele estava pescando junto de familiares e amigos quando foi abordado pelos criminosos que invadiram uma fazenda local.

Segundo nota do governo do estado: “As pessoas que cometeram os crimes são treinadas e possuem tecnologia, armamento pesado.

Abaixo a nota da associação de policiais do estado, que discorda da passividade do governo de Rondônia diante do assassinato de dois policiais.

Sobre a coletiva do Governador, Secretário de Segurança Pública e o subcomandante Geral do da PM, a Associação gostaria de relatar que a Polícia Militar tem o Poder de Polícia para atuar em qualquer espaço territorial de Rondônia que tenha ocorrido um flagrante delito ou até mesmo quando um crime já aconteceu.

O Subcomandante Geral da PM, Plínio afirmou que a Polícia Militar recuou após conseguir resgatar os corpos, viatura e os armamentos do sargento Rodrigues, morto no combate por esses vagabundos guerrilheiros.

Ficou claro na coletiva que a cúpula do governo está com receio de ir até o local e ter um confronto com esses pilantras e haver um derramamento de sangue e o Estado ficar em uma evidência negativa, perante aos órgãos de defesa dos direitos humanos e defensores desses criminosos.

Se seguimos essa posição do subcomandante da PM, a Polícia Militar só poderá atuar somente com uma autorização judicial e ficará totalmente com as mãos atadas para atuar na defesa da ordem pública e a garantia da paz social dos cidadãos Rondonienses.

Ao invés de retirar a tropa do local, deveria ser feito um cerco em todas as vias de entrada e saída desses acampamentos onde estão esses guerrilheiros, para vedar a entrada de alimentos, bem como, restringir o acesso ao local de mais pessoas.

Podem ter a certeza, que não iremos ficar calados e sossegados, enquanto não for feito uma ação “real” pelo Estado para prender esses assassinos dos irmãos sangue Azul.

Jesuíno Boabaid- Presidente da Assfapom

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