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Intervencionistas RETIRADOS da Esplanada. Para onde foram? Eles não desistiram.

5interv 531-a942-bc4dbc07df7a   A esperança era que a manifestação de 15 de novembro fosse o início de grandes mobilizações pelo país. Vários ônibus chegaram de diversos estados da federação e as redes sociais fervilhavam com a divulgação das diversas ações empreendidas na Esplanada dos Ministérios. Muitos comentavam que já vislumbravam uma adesão de caminhoneiros ao movimento intervencionista.

   Alguns intervencionistas, animados com o crescimento do grupo, contavam que várias pessoas de grupos impeachmistas aderiram à sua luta.

  Depois de vários meses de persistência no acampamento em frente ao Congresso Nacional, a militância intervencionista finalmente havia atingido o ponto que todos esperavam. Nunca o grupo havia reunido tantas pessoas em um só lugar.

  O boneco representando o General Mourão, com mais de 10 metros de altura, havia sido mostrado em rede nacional pela imprensa. 

  O sentimento crescente era de que a grande imprensa não mais conseguiria ocultar a existência de um gigantesco grupo de pessoas que acredita que os militares devem intervir no país. Contudo, a esquerda agiu de forma estratégica e criou conflitos na frente dos centros do poder.

A existência de um potencial risco de enfrentamentos entre grupos com diferentes posicionamentos políticos fez cair nas mãos das instituições a responsabilidade por manter a segurança no local. Com isso, todos os grupos foram compulsoriamente retirados da Esplanada dos Ministérios.

Os intervencionistas não desistiram e desde então já acamparam em vários locais diferentes. 

A liderança dos intervencionistas em Brasília informa que já se reorganizaram em um local fixo nas proximidades do Congresso Nacional. Segundo informações levantadas pela Revista Sociedade Militar, no momento o acampamento de resistência civil em Brasília, composto por membros de vários grupos, entre eles o Pesadelo dos Políticos, um dos pioneiros na Militância via redes sociais, se encontra na Vila Planalto em frente ao restaurante Tchê Garoto. (Veja o mapa).  O grupo aguarda a chegada de mais pessoas e nesse segunda-feira (06/12) pretende fazer uma manifestação em frente da CNBB repudiando o apoio da entidade à Dilma Roussef.

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A organização informa que precisa do apoio da militância de todo o Brasil para aquisição de materiais como um fogão portátil e aluguel de um banheiro químico. Contatos com o grupo serão bem vindos pelo tel 61-8163-6580

Revista Sociedade Militar

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