GENERAL quer “partir pra cima” e enfrentar o crime de “forma efetiva”, como deve SER REALMENTE.

O comandante do EXÉRCITO tem mostrado impaciência com o seguidos obstáculos colocados nas propostas dos militares para endurecimento das leis, maior amparo legal para agentes que combatem o crime e garantia de FORO MILITAR para casos que militares sejam acusados de crimes eventualmente ocorridos em operações de Garantia da Lei e da ORDEM.

Em palestra realizada há pouco tempo o militar chegou a dizer que em operações realizadas em nome da ONU, em outros países, os militares brasileiros têm mais liberdade para agir do que nas operações realizadas aqui dentro do próprio BRASIL.

Depois de reclamar do politicamente correto e da preferência que se dá em garantir privilégios individuais em detrimento da coletividade, o GENERAL deixou claro que acredita que o país deve enfrentar a criminalidade de forma mais eficaz, mesmo que isso gere algum incômodo momentâneo. 

Um militar graduado, ouvido agora a tarde pela Revista Sociedade Militar, disse que não é do feitio das FA atuar de forma paliativa. 

 “Não tenho autorização par falar em nome da força. Mas posso expressar o que a maioria pensa… Há disposição, já que estamos na rua o melhor mesmo é partir para cima e acabar logo com isso com uma grande operação em várias frentes, começando nas fronteiras. Solucionando de vez esse problema, que acaba contaminando quase tudo em nossa sociedade, mudaríamos muito as perspectivas desse país. Isso é o que se chama enfrentamento realmente efetivo. Mas para isso é necessário que nossos soldados tenham garantias legais e liberdade para agir como em uma guerra. É necessário também, como foi dito, que a sociedade assuma suas responsabilidades, que faça a sua parte… seria muito bom se a classe política fosse pressionada pela sociedade a agir no endurecimento das leis, redução da maioridade penal…  

Revista Sociedade Militar

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