Detalhes sobre os BOMBARDEIROS que sobrevoaram a península COREANA. Eles podem transportar armas nucleares?

Saiba detalhes sobre os BOMBARDEIROS que sobrevoaram a península COREANA. Eles podem transportar armas nucleares?

Revista Sociedade Militar – O comando da Força Aérea dos Estados Unidos determinou que bombardeiros estratégicos Boeing B-1B Lancer, que decolaram da agora conhecidíssima ilha de Guam, escoltados por quatro unidades de jatos F-15C Eagle  (que decolaram de Okinawa no Japão) sobrevoassem o oceano a leste da Coréia do NORTE. No mundo inteiro há certa apreensão sobre as ações e reações de TRUMP e seu adversário Kim Jong-un e quando se ouve falar que aeronaves norte americanas se aproximam da península coreana o que muitos imaginam é que podem estar transportando armas nucleares, a exemplo do que fez o bombardeiro B-29 ENOLA GAY em 1945.

Bombardeiro B-1B

O B-1B é atualmente uma das aeronaves mais importantes da Força Aérea norte-americana.  Mesmo sendo gigantesca a aeronave é capaz de voar a velocidades supersônicas. Um dos detalhes que chamam atenção na aeronave é a geometria variável das asas.

O B-1B é capaz de transportar com facilidade o míssil de cruzeiro de lançamento aéreo AGM-86B e o míssil de ataque de curto alcance AGM-69. Transporta ainda mísseis AGM-158.

O B-1B em tese não tem mais capacidade de ser armado com armas nucleares. Contudo, apesar da aeronave ter sido desguarnecida de equipamentos necessários para o lançamento de artefatos nucleares isso pode ser reajustado rapidamente – algo óbvio para especialistas, mas que evita-se mencionar.

O grande bombardeiro dispõe ainda de contra medidas eletrônicas para prejudicar o rastreio por radares.  As contramedidas incluem ainda dispensadores de chamarizes.

Aproximação

Diferente do que insinuaram alguns jornais, as aeronaves não sobrevoaram a costa da Coréia do NORTE.  Autoridades norte americanas ressaltaram que essa foi a maior aproximação por ar realizada em relação a Coréia do Norte no século XXI. É importante ressaltar ainda que o exercício não se tratou de um simples espetáculo de dissuasão, o sobrevoo foi realizado durante a noite.

Durante essa missão as aeronaves dos EUA foram acompanhadas por quatro F-2 do Japão e quatro aeronaves F-15K da Coréia do Sul.

Diante das apreensões de que um ataque nuclear contra a Coréia do Norte pudesse afetar indiretamente a Coréia do Sul os EUA emitiram comunicados informando que o país tem “opções militares” capazes de restringir os prejuízos apenas ao país comandando por Paul Yonggi Cho.

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