A ordem é EXECUTAR os estrangeiros que se aliaram ao ISIS para que não retornem a sua terra natal.

A ordem é EXECUTAR os estrangeiros que se aliaram ao ISIS para que não retornem a sua terra natal.

A ordem para os comandantes em Raqqa é que nenhum estrangeiro aliado do ISIS retorne vivo para casa.

Ninguém fala sobre isso por aqui pelo Brasil. Talvez a grande mídia ainda não tenha conhecimento, ou – politicamente correta – não saiba muito bem como tratar o assunto já que há uma onda conservadora ocupando espaços cada vez maiores na opinião pública. E essas pessoas não deixarão passar qualquer tentativa de dar tratamento “humanizado” ou “politicamente correto” a seres desumanos que decapitavam pessoas inocentes em nome de uma fé islâmica deturpada.

Muitos estrangeiros se alistaram e combateram ao lado do ISIS, eles participaram ativamente da preparação de carros bomba e da execução sumaria de muitas pessoas apenas porque eram cristãos, não apoiaram o ISIS ou porque eram GAYS.

Muitos líderes afirmam que trazer essas pessoas de volta para seu país seria extremamente perigoso, devem ser tratados como terroristas genocidas.

O enviado norte americano a RAQQA disse claramente: “Nossa missão é garantir que qualquer lutador estrangeiro que esteja aqui, que se aliou ao ISIS, morra aqui na Síria”, disse Brett McGurk, o principal enviado dos EUA para a coalizão anti-IS, em entrevista à televisão Al-Aan”.

Essa é a Revista Sociedade Militar. Portanto, somos realistas. Depois de um combate de vida e morte contra um inimigo desumano e que não respeita sequer crianças e mulheres, não é muito difícil encontrar combatentes que “executem o serviço” com tranquilidade.

Os serviços de inteligência identificaram e distribuíram para os combatentes as fotografias dos membros estrangeiros do ISIS para que sejam identificados. Mas ninguém quer esses homens presos, eles seriam um fardo para os sistemas de justiça de seus países e se libertos em sua terra natal por algum motivo absurdo, como alguém considerá-los presos políticos, seriam um perigo iminente.

O secretário da defesa da Inglaterra – Michael Fallon – sem mencionar execuções ou qualquer providência disse: ” … eles fizeram sua escolha – eles escolheram lutar por uma organização que usa o terror e o assassinato de civis como um modus operandi“.

Um comandante do YPG foi bem claro ao dizer: “os estrangeiros que decidiram lutar até o final serão eliminados”.

É difícil acreditar que algum país vai admitir oficialmente que se recusa a retirar seus cidadãos que se aliaram ao ISIS. Cerca de 350 soldados do ISIS se renderam na última semana de combate. Não se sabe se há / havia brasileiros entre os combatentes do Estado Islâmico que restam em Raqqa. Mas, é provável. E se houver, muito provavelmente não retornarão ao Brasil

Revista Sociedade Militar