ENTENDA – Trump NÃO QUER militares TRANSGÊNEROS

Nesse 30 de outubro de 2017 o juiz federal Colleen Kollar-Kotelly proibiu Donald Trump de desligar das forças armadas os militares transgêneros.

Há alguns meses, em julho de 2017, Donald Trump reverteu as políticas de seu antecessor no que diz respeito a inclusão de transgêneros nas forças armadas norte americanas. Trump também iniciou procedimentos para que as forças armadas parem de cobrir despesas relacionadas a cirurgia de mudança de sexo. A decisão causou polêmica e foi mais um motivo para o novo presidente ser criticado pelos jornalistas “progressistas” de todo o planeta.

Trump alega que sua decisão foi tomada com base no que chamamos de pragmatismo norte-americano. As forças armadas, nos EUA ou no Brasil, são instituições que tem como objetivo estar prontas para o combate e para proteger a sociedade em caso de necessidade. Segundo TRUMP a inclusão de transgêneros fugia desse objetivo.

O presidente determinou que na questão dos transgêneros nas FA fossem utilizados os seguintes critérios: eficácia militar, letalidade, coesão na tropa e restrições orçamentárias. Ele disse: “Nossas forças armadas devem se concentrar em vitórias decisivas e esmagadoras … e não podem ser carregadas com os grandes custos médicos e problemas que o transgênero carrega“.

Estudos recentes pouco mencionados no Brasil revelam que transgêneros via de regra são 10 vezes mais propensos a se suicidar que a maior parte das pessoas. Segundo estatísticas divulgadas pela fundação americana para prevenção do suicídio e pelo site suicide.org, a taxa de suicídios entre pessoas desse grupo ultrapassa 40%. Os transgêneros normalmente precisam de acompanhamento psicológico. Os transgêneros também podem precisar de tratamento hormonal regular.

É importante lembrar que para ingressar nas forças armadas há uma série de exames de saúde, de capacidade física e psicotécnicos. Ressalte-se que isso se deve ao fato da atividade militar expor o soldado a momentos atípicos, onde pode se exigir extremos de exigência física e emocional. Portanto, cabe aqui nesse breve texto também alertar sobre a possível imprudência que se cometeria ao colocar pessoas mais susceptíveis ao descontrole emocional e ao suicídio dentro de ambiente sujeito a estresse extremo que é a caserna.

Outras questões

Nas forças armadas há questões que são levadas bastante a sério e até hoje não se sabe muito bem em qual alojamento se encaixaria uma “mulher” que já foi homem ou o contrário.

A Revista Sociedade Militar conversou com um militar da Marinha do Brasil, na reserva. Vejam sua opinião: “O efetivo de homens e mulheres é diferenciado nas forças armadas. As vagas são calculadas de acordo com as diversas especialidades, instalações das Organizações Militares e – obvio – a capacidade física de cada gênero. Se uma pessoa ingressar como homem e depois “se transformar” em mulher colocará todo esse planejamento por terra.”

Tratamentos médicos freqüentes, acompanhamento psicológico e criação de novos espaços só para atender a minorias definitivamente não combinam com período em que a palavra de ordem é ECONOMÍA.

Portanto, não é justo que a sociedade, que mantém as forças armadas, arque com o ônus da mudança de sexo, adaptações para inclusão de militares transgêneros e até possíveis sistemas de cotas para inclusão social.

Esses foram os motivos de Donald Trump

Revista Sociedade Militar

Dados: http://suicide.org/gay-and-lesbian-suicide.html

https://williamsinstitute.law.ucla.edu/wp-content/uploads/AFSP-Williams-Suicide-Report-Final.pdf

https://www.theguardian.com/us-news/2017/oct/30/trump-transgender-troops-ban-military-judge

Não seja processado. Veja nossa política de republicação de material. 

Share Button

Comentários