POLÍCIA - SEGURANÇA PÚBLICA

PELOTÃO INTEIRO de MILITARES da Marinha SOFRE AMEAÇA de TRAFICANTE e situação chega ao limite

Marinha sofre ameaças e situação chega ao limite

Uma semana após a Revista Sociedade Militar ter publicado nota informando detalhes sobre ameaças de traficantes contra pelotões inteiros dentro do Centro de Instrução Almirante Alexandrino no RIO DE JANEIRO, O GLOBO publica nota sobre o caso.

Nessa mesma terça-feira, 6 de fevereiro, imagens de rede de TV registraram a presença de marginais armados na favela KELSONS ao lado do CIAA. A polícia MILITAR se dirigiu para o local e conseguiu capturar um marginal com um fuzil AR.15 modernizado com acessórios JMT (James Madison Tactical) .

Notem que o marginal é fotografado ao lado de barreiras construídas para impedir a entrada de viaturas da polícia. A existência desses obstáculos que delimitam áreas “proibidas” na cidade do Rio de Janeiro é algo inadmissível, é situação característica de países em guerra.

Na nota publicada nessa terça-feira O GLOBO publica parte de MENSAGEM RESERVADA que já circula pelas redes sociais cariocas.

No ARTIGO publicado na Revista Sociedade Militar em 26 de janeiro alguns militares se manifestam e contam que o problema ocorre há muitos anos e que quando estão de serviço são aconselhados a não reagir contra os marginais para não “dar rolo” ou “passar o resto da vida respondendo na justiça”.

Veja o >>> TEXTO publicado em 26 de JANEIRO <<

” Colaborador da Revista Sociedade Militar conta que na semana passada – entre 21 e 26 de janeiro – Organização Militar da Marinha do Brasil foi ameaçada por traficantes. Em um dos incidentes, momento em que centenas de militares praticavam educação física, um marginal armado com uma pistola teria “aparecido” por sobre o muro ao lado do campo de futebol e determinado que fizessem silêncio porque estariam incomodando com os gritos e sons gerados na prática esportiva.

Rapidamente o militar mais antigo determinou a retirada em passo acelerado de todos os militares da área mencionada pelo traficante. Obviamente, praticando esportes, todos estavam desarmados e naquele momento a atitude mais racional foi a ordem para que se abrigassem. É mais que obvio que ninguém pode ser inconsequente e que providências seriam tomadas a posteriori.

Em caso similar, que ocorreu ha alguns meses no NORDESTE quando marginais ameaçaram militar de serviço em FAROL, a MARINHA do Brasil, sem qualquer alarde e sem mencionar a motivação, deslanchou operação de ocupação (GLO) seguida por assistência social aos moradores da comunidade no entorno da organização militar.”

Alguns militares declaram que acreditam que a resposta tem que ser imediata, servindo assim como dissuasão. “mandar chumbo nesses vagabundos

Revista Sociedade Militar

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