Eles ignoram nossos mortos? Esquerda insiste em se manter como um dos obstáculos à redução da criminalidade no RIO de JANEIRO

Eles ignoram nossos mortos? Esquerda insiste em se manter como um dos obstáculos à redução da criminalidade no RIO de JANEIRO

Passaram-se 30 anos, o Brasil é uma democracia, líderes de esquerda que pegaram em armas foram anistiados e as Forças Armadas são hierarquicamente submissas ao Presidente da República, comandante – em – chefe. Contudo, ainda assim, saudosistas do período mais negro da história do país tentam eternizar na nação a batalha direita x esquerda.

Seu discurso faz parecer que no Brasil todos os problemas seriam resolvidos com sua vitória no eterno embate. Quando acordarão desse sonho, ou melhor, desse pesadelo? Precisamos vencer essa etapa, precisamos sair da adolescência política.

A coisa é assustadora. Percebe-se que folhetos e cartazes anti-militares pipocam pelo Rio de Janeiro, parece que há certa nostalgia e certa vontade de “reviver” os anos 60. Período em que a maior parte da militância de esquerda sequer havia nascido.

Em seu twitter o Comandante do Exército indica que enquanto a maior parte da esquerda permanece estacionada nos anos 60 as Forças Armadas já venceram essa etapa há anos. O general elogia um artigo de GABEIRA – ex militante de esquerda. Gabeira, em artigo no GLOBO, critica a perseguição sofrida pelos militares em ação no RIO de Janeiro.

O Exército Brasileiro não atua somente nas nas ruas, por meio de mensagens publicadas nas redes sociais o Centro de Comunicação Social do Exército tenta deixar claro que NÃO se trata de uma intervenção militar no ESTADO.

O periódico Diário da Causa Operária de 2 de março, que é a versão online do Jornal Causa Operária impresso, publica uma manchete que traz a mente dúvidas sobre as intenções do articulista e do próprio presidente do partido que supervisiona a publicação, o eterno candidato a presidente do país, senhor Rui Costa Pimenta.

O texto diz que as forças armadas estão no RIO DE JANEIRO com o objetivo de reprimir uma possível manifestação anti-Temer e realizar uma espécie de teste para a futura implantação do que chama de “ditadura extremamente repressiva e brutal”.

Os militares estão ocupando o Rio de Janeiro, um dos estados mais importantes do país, para reprimir o povo e fazê-lo aceitar essa política de terra arrasada, além de testar o desenrolar desta medida para, em um futuro próximo, fazer exatamente a mesma coisa em outros estados e levar o país, pouco a pouco, para uma ditadura extremamente repressiva e brutal.

Mesmo que se faça “ouvido mouco” a todas as notícias veiculadas pela mídia e pela própria Revista Sociedade Militar, que atestam o caos na segurança pública do Rio, bastaria uma conversa com qualquer cidadão carioca para atestar o quanto é bem vinda a presença dos militares das Forças Armadas nas ruas e comunidades do estado.

O artigo coloca em dúvida a existência do aumento na violência no RIO DE JANEIRO. “suposta escalada de violência no Rio de Janeiro”, diz

A imagem abaixo mostra militares retirando barricadas construídas por traficantes para impedir a entrada da polícia em comunidade carioca. Muitos moradores têm que deixar os veículos fora das comunidades por conta dessa estratégia do tráfico.

militar retirando barricada

A violência no RIO DE JANEIRO vem sim aumentando muito. Em 2011 de cada 100 mil habitantes 30.8 morriam violentamente, em 2017 de cada 100 mil habitantes 40 sofrem de morte violenta. Na Baixada Fluminense chaga a 60 o número de mortes violentas para cada 100 mil pessoas. Não há como negar que há o chamado aumento na escalada de violência nos últimos anos. 

O gráfico sobre roubos de CARGAS colabora para se comprovar que no RIO a violência está aumentando

A sociedade carioca tem muitos mortos nessa guerra. Muitas mães, esposas e filhos choram a morte de entes queridos. 

O partido da CAUSA OPERÁRIA é um partido sem políticos eleitos, mas recebe verba do governo para a manutenção de suas atividades. Portanto, usa dinheiro público. É uma lástima que esse dinheiro seja aplicado em ações que não parecem concorrer para o bem estar da sociedade.

Os gráficos são do ISP / RJ

Revista Sociedade MilitarTexto de: Robson Augusto – Militar R1 – Sociólogo – Jornalista.