A esquerda lutou com armas e explosivos, além de frases de efeito durante o governo MILITAR, CAUSANDO MORTES DE CIVIS, VOCÊ SABIA?

A ESQUERDA LUTOU COM ARMAS E EXPLOSIVOS ALÉM DE FRASES DE EFEITO NA DITADURA CAUSANDO MORTES DE CIVIS, VOCÊ SABIA?

Artigo de Opinião – Eduardo Sobreira Muniz.

Este trabalho não faz apologia a tortura, matanças ou assassinatos, apenas alerta quando ao pseudo viés democrático de alguns membros da esquerda que apoiam a luta armada pelo poder fundamentada no confronto. O que no passado foi materializada com atentados, roubos a bancos, sequestros e  civis e militares mortos ( relação abaixo).

…..jovens de universidades públicas  e alunos de escolas técnicas profissionais públicas, ambas por parte do corpo docente, tem sido confundidos quando dos assuntos vinculados aos direitos prescritos no artigo 5 (quinto), a citar, livre manifestação de pensamento, liberdade de expressão intelectual, casa é asilo inviolável, direito de propriedade e sua função social, defesa do consumidor, ninguém será privado de seus bens sem o devido processo legal etc  como sendo essencialmente decorrentes de um estado SOCIALISTA-COMUNISTA futuro.

Tais prescrições são decorrentes do ESTADO DEMOCRÁTICO PLENO, do qual o Brasil se encontra longe devido a  corrupção, falta de educação técnica, moral e cívica, da propaganda eleitoral enganosa, pela impunidade e principalmente pela condução e manipulação do povo para a luta de classes informando-o que a pobreza é culpa  dos mais ricos.  Tal ideia tenta acabar com a meritocracia, esforço e empreendedorismo NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. O Brasil precisa inicialmente de um governo HONESTO, PROBO E QUE APLIQUE OS IMPOSTOS NA CONSTRUÇÃO DO BEM SOCIAL.

Uma das coisas que me irritam mais na nosso telejornalismo, que deve ser respeitado, pois não há democracia sem imprensa livre, é que nunca…..nunca vi ou ouvi…… sobre os movimentos armados da esquerda “pacífica” brasileira. Na década de 60-70 eles explodiam bancos, sequestravam pessoas como podemos ver no jornal acima – grande na época e alguns militantes foram muito bem treinados pelo capitão desertor Lamarca acima (foto) de Infantaria.

 Só para citar um exemplo de respeito, quando fui para a Escola Naval, a mais de 35 anos, por orientação de meu tio Coronel PQD Sobreira passei pela AMAN em visita. Ele agendou e fui. Uma das coisas que me marcou até hoje, mesmo após ter feito pos-graduação em socialização de marginalizados que estuda, em parte,  a reinserção de presos na sociedade, foi o respeito do Exército Brasileiro ao que construiu o Capitão acima na foto , antes deste se perder como militar – condenado pelo Superior Tribunal Militar por Traição e Deserção , se não me engano bem, pelo que relembro, em um dia de serviço, este, acompanhado do sargento Darcy  roubou  armamento  e munição do quartel para ingressar na LUTA ARMADA CLANDESTINA pela esquerda na busca do PODER POLÍTICO pela VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA. Ele foi perseguido por ser um COMUNISTA VIOLENTO, POR TER PARTICIPADO DE ROUBOS A BANCO, POR TER MONTADO UMA GUERRILHA ARMADA e acabou morrendo em fuga. O respeito que digo das Forças Armadas, que eu talvez não tivesse, é que quando olhei para as fotos das turmas de Infantaria na parede, faltava uma foto e o militar da reserva – de serviço, pelos cabelos ralos e brancos,  me explicou que a foto teria que ser, provavelmente de Lamarca, entre outros. O Exército não inventou uma história mentirosa, não colocou outro no lugar, não o apagou da história. Oposto a alguns da esquerda que fazem  de seus  heróis desvirtuando a verdade, a ética, justificando a corrupção e bandalheira com a estória de que é pelo povo e para o povo e que o povo está melhor por isto. Corrupção é Corrupção seja de esquerda , direita ou Centro.

No caso,  O Exército tirou apenas a foto pois o sr Capitão Lamarca feriu o pundonor militar, cometeu crimes e  como nossos estatutos e leis prescrevem, perdendo a honra de ser respeitado como militar.  Isto é que me lembro. É importante ressaltar que a ética militar tem que ser preservada ao máximo nas ações, decisões e propostas dos nossos futuros eleitos candidatos ao Congresso Nacional ou Governo repercutindo a atual Intervenção de caráter sóbrio, equilibrada, respeitando os poderes públicos em sua função ou atividade de governo como a polícia civil e militar e dentro dos princípios da legalidade que ocorre no Rio de Janeiro.

Quero falar também aos jovens da esquerda não proletária, CLASSE MÉDIA,  comum em nossa sociedade atual  que COMUNISMO  não é o que lhes têm mostrado alguns grupos, quando estivesse na Alemanha Oriental, a muitos anos e ouvindo pessoas sobre a antiga URSS, fatos como todos enfrentam filas para compra de carne, o restaurante público é para todos, que o hospital público é por chegada, que colocam pessoas para morar na sua casa, que não existem bens privados – o teu carro, teu apartamento, tua loja, teu comércio e atendem o interesse do ESTADO que é muito mais importante que o seu. Fiquei surpreso ao conversar com um jovem universitário que ele não tinha menor idéia que é o COMUNISMO.

Retornando, olhando os jornais da época da DITADURA,  nunca vi as autoridades militares usarem o povo, repercutido pelas questões das necessidades sociais, como instrumento de apoio político. Sempre entendi, ainda jovem, na ditadura,  que o ESTADO BRASILEIRO crescendo o povo melhoria de condições pelo emprego, saúde e educação pública.

Segue-se abaixo alguns posicionamentos antidemocráticos a meu ver da esquerda da época:

Outro grupo armado é o acima ALN – Aliança Libertora Nacional, COM O LEMA : ARME-SE E LIBERTE-SE, tinha a proposição seguinte segundo matéria da internet fácil de achar: “Todos nós somos guerrilheiros, e não homens que dependem de votos de outros revolucionários ou de quem quer que seja para se desempenharem do dever de fazer a revolução. O centralismo democrático não se aplica a Organizações revolucionárias como a nossa.”- destaque pelo escritor deste texto.      ALN de 1967  em diante atacou bancos, carros fortes e sequestros.

Outro fato esquecido foi a Guerrilha do Araguaia. A tentativa de criar um território comunista dentro do Brasil.

Segue-se, de acordo matéria da Revista Veja alguns mortos pela esquerda antes do Ato Institucional número 5 do Jornalista Reinaldo Azevedo:

 https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-1-os-19-assassinados-antes-do-ai-5/

“Ah, sim: PARA AS VÍTIMAS DA ESQUERDA, NÃO HÁ INDENIZAÇÃO. Como vocês sabem, eles não têm nem mesmo direito à memória. Foram apagados da história pela Comissão da Mentira.

AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5

1 – 12/11/64 – Paulo Macena,  Vigia – RJ – Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto

2 – 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército – Paraná – Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.

3 – 25/07/66 – Edson Régis de Carvalho, Jornalista – PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.

4 – 25/07/66 – Nelson Gomes Fernandes, almirante – PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino,  guarda civil, teve a perna direita amputada.

5 – 28/09/66 – Raimundo de Carvalho Andrade – Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.

6 – 24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Zé Dico) – fazendeiro – SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.

7 – 15/12/67 – Osíris Motta Marcondes,  bancário – SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.

8 – 10/01/68 – Agostinho Ferreira Lima – Marinha Mercante – Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados  por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste  ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.

9 – 31/05/68 – Ailton de Oliveira,  guarda Penitenciário – RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani

10 – 26/06/68-  Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.

11 – 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.

12- 27/06/68 – Nelson de Barros – Sargento PM –  RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.

13 – 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.

14 – 07/09/68 – Eduardo Custódio de Souza – Soldado PM – SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

15 – 20/09/68 – Antônio  Carlos  Jeffery – Soldado PM – SP
Morto a tiros quando de sentinela  no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

16- 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver,  na frente da sua mulher, Joan,  e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).

17 – 24/10/68 – Luiz Carlos Augusto – civil – RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.

18 – 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).

19 – 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.”

 Caros, devemos vigiar e orar  para os nossos futuros candidatos militares da reserva ou não, ex- militares, eleitos,  que devam  gerir suas opiniões e, no caso , ações de governos com apoio de civis honestos e que desejam ansiosos, como nós, pelo crescimento da pátria. A maior alegria que tive como professor da área técnica do  Ceará para Portos foi a possibilidade técnica, com os professores civis,  de ver soluções para o crescimento do País   com respostas imediatas destes, no cafezinho, como qual  a profundidade média e custo dos poços no Ceará, com profundidade, de como fazer agricultura orgânica, onde se explorar minerais, qual o melhor tipo de gado, como a tecnologia de informações pode baixar o custo, como a logística pode gerar áreas produtivas, como consolidar estruturas industriais no Nordeste etc.  Crescer é possível e rápido com pessoas certas unidas pelo bem comum, todos queremos ter um país justo, sem crimes, sem violência, com empregos e educação. Deus nos deu uma terra maravilhosa e temos que fazê-la crescer pois a quantidade de gente abaixo da linha de pobreza, usuários de droga, largados nas cidades, subempregados não param de crescer. Sonho o Brasil crescer de novo 10 por cento ao ano como na Ditadura ou 6 por cento como a China e Coréia, precisamos de uma democracia forte, honesta  e com valores positivos.

O Autor – EDUARDO SOBREIRA MUNIZ é Capitão de Mar-e-Guerra Fuzileiro Naval e Professor.

Publicado em Revista Sociedade Militar – A Revista Militar com maior alcance no BRASIL