A ESCOLA PÚBLICA NÃO PODE TER PARTIDO …. REVOLUÇÃO COMUNISTA OU IDEOLOGIA DE GÊNERO – CMG EDUARDO SOBREIRA

A ESCOLA PÚBLICA NÃO PODE TER PARTIDO … REVOLUÇÃO COMUNISTA OU IDEOLOGIA DE GÊNERO… COM ÉTICA PARTICIPATIVA E CONHECIMENTO  SOCIAL E CIENTÍFICO. UMA EXPERIÊNCIA REAL COMO PROFESSOR TÉCNICO ESTADUAL.

Artigo de COLABORADOR

ASPECTO PESSOAL: A preocupação pessoal deste professor e militar é que o compulsivo e impositivo ensino da ideologia comunista para a busca do poder e da ideologia de gênero, que ultrapassa o respeito democrático a opções pessoais, com apoio parcial de meios de comunicação, constrói na criança, na juventude, gradativamente, a idéia e o valor da desconstrução  do modelo  de família sustentado nos  valores cristãos de pai, mãe, convívio comum, avós, educação familiar, enriquecimento pelo mérito, democracia participativa como base do poder etc . Esta estrutura de poder esquerdista, em parte, pode vir a constranger a muitos professores que dependem do emprego público concursado e ou contratado, que sabem que a evolução na carreira depende de fidelidade a este modelo de esquerda e não, essencialmente, a capacidades particulares.  Uma visão pessoal  fundamentada em artigos citados no texto .

SEQUÊNCIAS DE IDÉIAS ABORDADAS:

  1. PRIMEIRO ASPECTO: Conhecimento como transformador do homem e da sociedade,
  2. AO SEGUNDO ASPECTO: compartilhar idéias científicas,
  3. AO TERCEIRO ASPECTO : a busca do poder,

4.O QUARTO ASPECTO :  formação comportamental comum,

  1. O QUINTO ASPECTO : a importância da educação familiar,
  2. O SEXTO ASPECTO: a assimilação ou não,

6.1 O PODER PELO PROLETARIADO ,ou, por uma elite proletária que não é proletário,

6.2 A IDEOLOGIA DE GÊNERO, com suas repercussões sociais,

  1. CONCLUSÃO 

 

  1. PRIMEIRO ASPECTO: CONHECIMENTO como transformador do homem e da sociedade:

Fonte de discussão e apoio: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/deb_nre/afilosofianaformacaodoadolescente_severino.pdf .

  • “Para formar as novas gerações ( de pessoas), é preciso que elas se insiram neste processo ( conjunto de etapas) todo de formação, de desenvolvimento, obra que é construída coletivamente. É preciso levar em conta a historicidade e a solidariedade do processo que instaura a humanidade no tempo. Não há, pois, como inserir as novas gerações no mundo do trabalho, no mundo da participação social, no mundo da cultura, de maneira ingênua, de maneira automática, de maneira mecânica ou de maneira dogmática. Por isso, a função da educação é exatamente de explorar esta que é a nossa única ferramenta: o conhecimento ( só o conhecimento liberta…). Para que a educação, os currículos, o ensino possam se tornar fecundos e significativos em qualquer um dos níveis da formação humana, em qualquer de suas modalidades, obviamente é preciso que, ao lidarmos com eles, estejamos lidando adequadamente com o conhecimento. Isso quer dizer que não há processo de ensino, não há processo de aprendizagem, se não houver processo de produção de construção do conhecimento (A formade explicar e entender o conhecimento passa por várias vertentes como: conhecimento empírico (vulgar ou senso comum), conhecimento filosófico, conhecimento teológico e conhecimento científico). Então aí é que entra a importância da abordagem filosófica, da postura filosófica que interessa não a uma determinada função em particular, mas interessa a todas as pessoas que estão passando por um processo de inserção no mundo da cultura contemporânea. Trata-se, pois, de uma exigência universal”.
  • “É óbvio que o papel da filosofia na tarefa da emancipação do homem é fundamental, se tem como meta a construção de um sujeito humano autônomo, se tem em vista a emancipação do homem .”
  • “Filosofia é é o estudo das questões gerais e fundamentais relacionadas com a natureza da existência humana; do conhecimento; da verdade; dos valores morais e estéticos; da mente; da linguagem, bem como do universo em sua totalidade. O termo foi cunhado por Pitágoras.”

                      O texto acima fala da necessidade da educação produzir CONHECIMENTO – que é um somatório de idéias, valores, explicações sobre a natureza, a física, a moral, mecânica, fé etc, que contribuem para o processo decisório e produtivo do ser humano .  Na escola com partido político, no caso específico de esquerda,  há, muito provavelmente, um conhecimento tolhido, moldado, alinhado pela doutrina, pela ideologia, pela busca do poder pelo poder. Não há, historicamente resultados palpáveis nos países COMUNISTAS  da junção da tríade FELICIDADE, PROGRESSO E LIBERDADE . No capitalismo base, dentro de uma democracia estável, que tem empresas privadas, com liberdade de mercado, com livre concorrência que melhora efetivamente os produtos e modera o preço há historicamente possibilidade da tríade anterior. Exemplo: Alemanha, Suécia e Islândia .  O cidadão constrói seu futuro, sem medo, acompanhando o desenvolvimento tecnológico e se expressa e é respeitado e respeito os outros.  Um jovem, na escola, não pode olhar, nem ser ensinado para a HISTÓRIA, por exemplo a REVOLUÇÃO RUSSA POR O VIÉS de que O PARTIDO BOLCHEVIQUE, após a destruição da autocracia russa DO CZAR NICOLAU II, passou a ser um partido democrata, pois o professor tem viés de esquerda e entende que governos de  esquerda são democratas. O professor tem que dizer ao aluno que desta REVOLUÇÂO RUSSA DE LÊNIN GEROU A UNIÃO SOVIÉTICA QUE FOI A MAIOR DITADURA DA HISTÓRIA.   Um dos líderes “democratas” russos foi STALIN que ficou no de 1929 a 1953, quando morreu de enfarte. Ele ficou no poder não pelo viés da reeleição e  SIM  porque matava e prendia os que se opunham a ele. ISTO É CONHECIMENTO LIVRE, SEM PARTIDO.  STALIN, para erradicar aqueles considerados “inimigos da classe trabalhadora“, instituiu o “Grande Expurgo“, no qual mais de um milhão de pessoas foram presas e pelo menos 700 000 executados entre 1934 e 1939. O número oficial de vítimas de execuções entre 1921 e 1953 foi de 799 455 pessoas ao qual se juntam 1,7 milhões de pessoas no GULAG e 390 000 de deslocações forçadas. Isto corresponde a um número total de 2,9 milhões de vítimas em todas as categorias segundo os registos oficiais.[24]Obviamente que isto não é DEMOCRACIA.  A base do conhecimento tem que ser decorrente de reflexões sobre a verdade dos fatos. Opiniões , devem ser expostas, como no caso dos jornais na parte do EDITORIAL. O PROFESSOR PODE DIZER A OPINIÃO DELE EXPLICITANDO QUE É A OPINIÃO DELE.

                                            Na ESCOLA SEM PARTIDO, TAMBÉM, tem que se saber que o CAPITALISMO   VORAZ   precisa ser controlado pela democracia, que a economia visa o emprego e crescimento social e que OS RICOS não são OS INIMIGOS DO POVO. ESTES decorrentes do espírito empreendedor  geram empresas que ao crescerem no mercado, geram empregos, que de forma cíclica geram consumo, gerando novas empresas e novos empregos.     A riqueza honesta que nasce do trabalho e produção e do gosto do mercado que o consome é algo nobre. Em “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo’, Weber discorre sobre a relevância da reforma protestante para a formação do capitalismo moderno, de modo que relaciona as doutrinas religiosas de crença protestante, para demonstrar o surgimento de um modus operandi de relações sociais, que favorece e caracteriza a produção de excedentes, gerando o acúmulo de capital.

   

                                                  

  1. AO SEGUNDO ASPECTO compartilhar idéias científicas:

                            Que venho expor é que quando, por exemplo, se conversa, se ouve, um professor doutor em física quântica sobre física em quase 100 por cento das vezes, os assuntos são uma extensão do que você aprendeu no ginásio, depois no ensino superior , assim,  na física, suas leis básicas, não mudam, um fóton é um fóton, uma onda é uma onda; porém nas ciências sociais , as verdades partem, em parte, de experimentações, dados estatísticos, teorias comportamentais, idéias, assimilações, assim…..é complicado se não se chegar a um senso, acordo comum para algumas coisas. Não é uma matéria exata como matemática, de como se constrói a verdade na consciência humana. Um exemplo histórico é a separação intelectual de Sartre e Camus na França ,no começo próximos, depois divergiram intelectualmente e nunca  mais se aproximaram. O mesmo caso  de Freud e Jung.

 Fonte de discussão e apoio: http://alivreiniciativa.blogspot.com/2014/08/fontes-de-verdade-as-limitacoes-das.html

                                        Vejamos o escrito sobre verdade e seus modelos de encontrá-la  em “Um dos métodos para estimar a verdade é a intuição, ou seja, toma-se por verdade conclusões tiradas sem uma linha racional. Embora seja um método bastante impreciso de estimar a verdade, trata-se de um método importantíssimo, pois é a partir da intuição que passamos a averiguar a validade de uma verdade através de métodos mais  precisos. Temos também a autoridade. Tomamos por verdade argumentos de grandes autoridades que descrevem alguns fatos. Contudo, ficaremos submetidos ao julgamento de verdade do autor. O ideal seria, neste caso, uma análise aprofundada de sua verdade através de métodos racionais. A tradição também é um método de verdade comum. Toma-se por verdade um conjunto de costumes que é passado de geração para geração. A tradição vem carregada de acúmulos de sabedoria, porém não levam em consideração, por vezes, descobertas da atualidade que poderiam evidenciar falhas em tal verdade, descobertas, aliás, muitas vezes omitidas pela verdade tradicional. Além disso, métodos tradicionais podem estar carregados de julgamento de valor que poderá “bloquear” algum método de análise a essa verdade com maior eficiência. O bom senso é invocado por algumas pessoas como método irrefutável de verdade. Entretanto, é preciso tomar cuidado com esse método, pois, embora algumas verdades pareçam óbvias, podem estar embasadas em premissas equivocadas. De todos os métodos de se encontrar a verdade, de certo, um dos mais seguros é a ciência. Embora não tenha como ser tomada como verdade absoluta, pois se trata de uma instituição humana, a mesma tem uma precisão estatística bastante próxima da realidade. A ciência pode ser descrita como método claro e preciso (para determinados campos científicos), através de modelos que podem ser usados com diversas variáveis chegando a resultados satisfatórios (novamente, para determinados campos da ciência), objetiva e verificável, falível, uma vez que seu progresso pode nos proporcionar novas hipóteses e verificações, e, por fim, o que creio ser o mais importante, refutável, uma vez que seus modelos podem ser questionados por modelos mais eficientes, ou pela simples prova da ineficiência do modelo antes exposto.

                                          Conclusão, diante do contexto acima, e da relatividade daquilo que não é matemático ou observado direto a natureza, é importante buscarmos os pontos comuns, os pontos que reflitam o melhor para a sociedade e não deixarmos ser manipulados por aquilo que atende a interesses pessoais acima dos valores de uma sociedade como um todo.

 

  1. AO TERCEIRO ASPECTO : a busca do poder é que, DE ACORDO COM FAMOSO LIVRO – Dicionário básico de Filosofia de Japiassú e Marcondes, entendi que ele, o MARXISMO é uma IDEOLOGIA, um conjunto de idéias que geram PROCEDIMENTOS e normas de existência PRINCIPALMENTE NA POLÍTICA. O objetivo posterior, o alcançado do MARXISMO não é a democracia é a DITADURA, DITADURA DO PROLETARIADO através da LUTA DE CLASSES. Isto está escrito de forma clara e precisa nas obras de Marx e Engels .O proletariado é o instrumento do controle do estado por um pequeno grupo quase imutável. A ideologia se opõe a qualquer pensamento crítico….É COMUM que no marxismo se construa conscientemente ou não uma IDOLATRIA A LÍDERES sem uma efetiva crítica moral, pois gera-se um narcisismo estranho vinculado a salvadores da pátria . Assim, nos países de esquerda é comum estátuas gigantes de líderes, choro excessivo em enterros e concessões de benesses não pela capacidade, mérito , mas proximidade. . Na Ideologia se racionaliza muito, pois é um mecanismo de defesa.  A luta de classes , refere-se a um fenômeno social de tensão ou antagonismo que existe entre pessoas ou grupos de diferentes classes sociais devido aos competitivos interesses socioeconômicos e desejos de realização pessoal de poder   .

                              Assim, de uma maneira técnica exponho que chegar a um consenso com certos líderes de esquerda é difícil impedindo ações conjuntas.  Na DEMOCRACIA é importantíssimo a maioria no Congresso e o senso, consciência e entendimento construído pela educação do que é o bem comum. Um exemplo de líderes carismáticos e fortes, para não dizer violentos , é FIDEL CASTRO.  Esteve no poder de  1959 até praticamente a morte  em 2016 não por via democrática – 50 anos. Prendeu opositores.  

4.O QUARTO ASPECTO é  formação comportamental, falo sobre aglutinação de valores comuns a muitos brasileiros pelas experiências vividas, coisa de sociologia comportamental, decorrente de encontros culturais do ser humano , no caso meu, por exemplo, como entre muitos brasileiros, eu cresci, praticamente sozinho, em escola de padres em Fortaleza, assim tinha missa e primeira comunhão, depois quando fizemos  a crisma,então  a freira  gaúcha de São Lourenço , de descendência  alemã e italiana,  nos levou para conhecer uma favela e as questões sociais cearenses , depois, entrei no Colégio Militar, ainda na adolescência acompanhei o tio nordestino brabo, pai esmerado,  no armazém dele, de onde existia o capitalismo suado puro – compra e venda, enquanto em casa, minha mãe, funcionária pública, apresentava o livro Inglês Summerhill sobre educação para tornar jovens felizes. Com o tempo   , quase até aos vinte anos folheei  com amigos e amigas, nos grupos de jovens da igreja, com viés socialistas livros de Leonardo Boff,   Gandhi, Nietsche  e Krishnamamurti e Introdução a filosofia. Já no  Rio de Janeiro, na década de 80, existiam bibliotecas, as feiras de livros ( Catete, Copacabana e Centro ), exposições e palestras grátis ou baratas ( cinema novo, Píer Paolo Pasolini, eubiose, Gestalt, vedas, cura transcendental, auto-ajuda, protestantismo da prosperidade etc). Estava no jornal escrito: Programação do fim de semana  ; mas nesta época, como muitos jovens, influenciado pelas rádios,  já tinha conhecido a Igreja Presbiteriana com a Sola Scriptura, Sola Gratia , rádios de Rock barulhentas,   cursava ainda a Escola Naval – com medo e paixão por termodinâmica e pista de obstáculos, onde através a aula de psicologia descobrimos Erich Fromm e , depois pelo caráter da Sra professora de Cálculo conhecemos a  Assembleia de Deus, depois com o pessoal fomos ao Disco Voador, Parque Lage, Help e Gafieira Estudantina. Tudo isto moldado com um grande detalhe da educação de mãe: “ Na lama, se tem que andar, use botas de borracha”.    Na pós-graduação em Sociologia,  se conhece presídios e manicômios, mas tinha  outra frase do CONHECIMENTO de  mãe: “ em boca aberta, entra mosquito”.

                                Assim, deve-se sempre buscar dizer o que se pensa, com muito cuidado, obviamente com respeito e fundamento, mas pelo visto nos aspectos um e o dois, você pode ter atritos, principalmente quando, se fundamenta aos ensinamentos familiares na PRAXIS CRISTÃ.  Este contexto relativiza a visão do outro, sem deixar a sua, sem deixar de existir . Se aprende a respeitar, sem se anular e principalmente buscar o que há de bom em várias idéias, sempre, no meu caso, dentro contexto da moral e ética cristã.  Após a Marinha trabalhei na iniciativa privada e também, como professor.

  1. O QUINTO ASPECTO É A IMPORTÂNCIA da EDUCAÇÃO FAMILIAR.

a- Fonte de discussão e apoio https://www.semprefamilia.com.br/educacaofamiliaeescola/a-educacao-familiar-esta-se-perdendo/

“………………Adultos da relação, os pais estão perdendo o mínimo de bom senso quando o quesito é limite e educação sistematizada. Ou seja, aquela educação para uma sociedade melhor. As incoerências, indiferenças e possibilidades negativas de educação que estão sendo formatadas nas crianças deixam claro e transparecem que as escolas – e o mundo adulto que as acolherá em poucos anos – não serão felizes em sua missão educadora. Um exemplo: uma mãe com duas crianças, uma de quatro e outra de seis anos, com um prato de comida dando na boca dos dois filhos, com a mesma colher. É estarrecedor. A criança não possui responsabilidade e autonomia nem para comer sozinha! Parece que a mãe tira a dignidade da criança ser ela mesma. Isso sem falar nos gritos dentro do espaço do café da manhã. Muitos adultos não percebem que, no espaço coletivo, necessitam exercitar sua autoridade e ter consciência da coletividade, de respeito ao outro que convive naquele mesmo ambiente.

b- Fonte de discussão e apoio http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo1058.shtml

Manipulação dos Jovens
Fábio Henrique Prado de Toledo
“Em sua entrevista concedida à Rede Globo, o Papa Francisco, indagado pelo repórter Gerson Camarotti sobre os recentes protestos, que levaram milhares de jovens às ruas no Brasil, dá uma resposta surpreendente: “um jovem que não protesta não me agrada”. E depois explica o motivo pelo qual considera saudável essa rebeldia: “Porque o jovem tem a expectativa da utopia, e a utopia não é sempre ruim. A utopia é respirar e olhar adiante”. Mas o Pontífice também adverte que é necessário “cuidar para que não sejam manipulados”. E esclarece em tom incisivo: “Porque há tanta exploração de pessoas – trabalho escravo, por exemplo – há tantos tipos de exploração… Eu me atreveria a dizer uma coisa, sem ofender: Há pessoas que buscam a exploração de jovens, manipulando essa ilusão, esse inconformismo que existe. E depois arruínam a vida dos jovens. Portanto, cuidado com a manipulação dos jovens”. Penso que a manipulação ocorre no mundo atual com uma intensidade e uma profundidade muito maiores do que suspeitamos. Ora busca simplesmente convencer as pessoas a adquirir os seus produtos, ora desencadeia campanhas bem engendradas para incutir ideologias que propõem formas de vida enganadoras, que não contribuem para que o ser humano alcance o seu fim último e, por consequência, a própria felicidade.”

                                                 

  1. O SEXTO ASPECTO É A ASSIMILAÇÃO ou não.

 ASSIM, quando fui aprovado para as escolas técnicas estaduais do Ceará, erradamente me foquei em me atualizar nas matérias ao máximo, fazer  apostilas  e não me preparei para o confronto com dois aspectos subliminares comuns da escola pública petista: A IDEOLOGIA DE GÊNERO E A ESCOLA  PÚBLICA COMO INSTRUMENTO DA BUSCA PELO PODER PELO PROLETARIADO que podem ser vistos segundo os documentos abaixo.

                                                    

6.1  O PODER PELO PROLETARIADO,ou, por uma elite proletária que não é proletário ( Proletariado é um conceito usado para definir a classe antagônica à classe capitalista. O proletário consiste daquele que não tem nenhum meio de vida exceto sua força de trabalho, que ele vende para sobreviver. executa trabalhos braçais)

                                Uma coisa é a matéria da apostila, outra coisa é mergulhar, nos vários documentos expostos na internet sobre a proposta de escola do Partido dos trabalhadores.                      

                                E lembrem-se que no Nordeste os governos são petistas. Assim , vejam os exemplos de textos:

A- ANPUH – XXIII SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – Londrina, 2005. O PARTIDO DOS TRABALHADORES E A EDUCAÇÃO: CONCEPÇÕES EM UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO. Tatiana Polliana Pinto de Lima . http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/anpuhnacional/S.23/ANPUH.S23.1569.pdf 

1- Assim, “o PT propõe se a ter uma política educacional própria para que seus militantes possam participar dos movimentos sociais, discutindo, aprendendo e ensinando sem ferir sua independência e autonomia”. “A Coordenação reconhece que o maior papel que o I ENEd/PT cumpriu foi o político, já que naquele momento muitos educadores petistas encontravam-se à frente de numerosas entidades educacionais, a maioria filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Buscou, desta forma, “… socializar as experiências e a elaboração de modo a subsidiar a atuação destes no movimento de educadores visando à unificação de suas intervenções, até então fragmentadas e espontâneas, em diversos setores.”

2-“ Como metas internas, pretendia-se a definição na organização da CAED, espaços contínuos para o aprofundamento do debate sobre as diferentes formas e fontes dos ciclos de formação praticadas e pensadas nas administrações do PT; a viabilização da formação dos militantes que atuavam na educação; a apresentação com clareza da posição do partido no que se refere à bolsa-escola.” 

                                               Sugiro a leitura do trabalho de doutorado em educação da Sra Sandra Costa dos Santos  sobre: Novos Significados e  Sentidos para a educação popular de 2017, https://bibliotecatede.uninove.br/bitstream/tede/1709/2/Sandra%20Costa%20dos%20Santos.pdf .

                            Fatos a se citar POR EXEMPLO:

1- O PT e a concepção da educação democrática popular, a partir pg 70:

  • Pg 71, a educação está vinculada a luta pelo socialismo;
  • Pg 75, o PT defendia uma proposta ideológica para questões sociais;
  • Pg 76, o modo petista……posicionava-se abertamente contra a democracia representativa……
  • Pg 79, … o exercício do poder ( governamental) é pelos próprios trabalhadores e não em nome deles;
  • Pg 91,….. encontro com professores voltados para a educação como interesse do partido;
  • Pg 96, …….Brandão defendia a formulação de um plano educacional, que servisse de base para proposta do partido no poder;
  • Pg 97,…….o partido no lugar de ser educado pelo estado, educa e é educado pelos trabalhadores para juntos educarem o estado … resoluções do primeiro ENEB reforçavam a vinculação do partido com o socialismo…..

                                           Vejam algumas críticas as idéias petistas de educação:

a-https://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/mais-um-pouco-do-desastre-da-educacao-no-governo-do-pt-universidades-precarias-a-farsa-do-fundeb-e-o-aumento-do-analfabetismo/

  • “As fantásticas universidades de Lula, feitas às pressas para que ele possa exaltar o seu desprezo generoso com o ensino universitário, são, na média, um exemplo de precariedade. Em vez de boa parte da imprensa ficar refém do aspismo, deveria apurar como funciona, por exemplo, a Unipampa (Universidade Federal do Pampa), no Rio Grande do Sul. Há quatro anos, divide-se em em instalações provisórias, espalhadas em 10 cidades. Alunos e professores ficam zanzando entre os campi, onde faltam salas e laboratórios”.
  • “Cresceu o número de analfabetos no país sob o governo Lula — e eu não estou fazendo graça ou uma variante do trocadilho. Os números estão estampados no PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios), do IBGE. No governo FHC, a redução do número de analfabetos avançou num ritmo de 0,5% ao ano; na primeira metade do governo Lula, já caiu a 0,35% – E FOI DE APENAS 0,1% ENTRE 2007 E 2008. Sabem o que isso significa? Crescimento do número absoluto de analfabetos no país. Fernando Haddad sabe que isso é verdade, não sabe?”

b- https://www.jornalopcao.com.br/entrevistas/brasil-levara-ao-menos-50-anos-para-se-livrar-da-massificacao-que-o-pt-criou-na-educacao-universitaria-75943/ por Wilson Ferreira Cunha : Antropólogo, com formação pela antiga União Soviética, cientista político e professor da PUC-GO afirma que lulopetismo levou o Brasil ao atraso e garante: “Lula é carta fora do baralho na política nacional”

““Começa pelos reitores das instituições federais de ensino e até das universidades particulares, que são atrelados aos programas obsoletos do Ministério da Educação. Há um “puxa-saquismo” geral nos meios da Educação. É preciso tirar isso, o que será muito difícil, porque é um sistema orgânico inserido na Educação brasileira, que vai levar uns 50 anos”, diz

c- https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/05/160505_legado_pt_ru

No último relatório, publicado no final de 2013, agora com dados de 65 países (alguns ricos, como Japão, Suíça e Alemanha, o Brasil ocupou a posição 55 no ranking de leitura, 58 no de matemática e 59 no de ciências. Ou seja, comparativamente avançou em relação ao 2000, ainda que pouco..

 

6.2  A IDEOLOGIA DE GÊNERO

  1. Fonte de discussão e apoio : https://www.veritatis.com.br/a-ideologia-do-genero-seus-perigos-e-alcances/

A IDEOLOGIA DO GÊNERO: SEUS PERIGOS E ALCANCES
Comissão Ad-Hoc da Mulher
Comissão Episcopal do Apostolado Leigo
Conferência Episcopal Peruana

ALGUNS ASPECTOS:

a- Tem-se ouvido durante estes últimos anos a expressão “gênero” e muitos imaginam que é apenas uma outra maneira de se referir à divisão da humanidade em dois sexos. Porém, por detrás desta palavra se esconde toda uma ideologia que pretende, precisamente, modificar o pensamento dos seres humanos acerca desta estrutura bipolar.

b- Os proponentes desta ideologia querem afirmar que as diferenças entre o homem e a mulher, fora as óbvias diferenças anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa que torne alguns seres humanos homens e, a outros, mulheres. Pensam, além disso, que as diferenças de pensar, agir e valorizar a si mesmos são produto da cultura de um país e de uma época determinadas, que atribui a cada grupo de pessoas uma série de características que se explicam pelas conveniências das estruturas sociais de certa sociedade…………………….

c-Toda a moral fica à livre decisão do indivíduo e desaparece a diferença entre o permitido e o proibido nesta matéria. As conseqüências religiosas são também óbvias. É conveniente que o público em geral perceba claramente o que tudo isto significa, pois os proponentes desta ideologia usam sistematicamente uma linguagem equívoca para poder se infiltrar mais facilmente no ambiente, enquanto habituam as pessoas a pensar como eles. Este livreto pode auxiliar muito na precisão dos conceitos e chamar a uma tomada de posição em relação à mencionada ideologia.

d- O OBJETIVO: DESCONSTRUIR A SOCIEDADE

Resta claro, portanto, que a meta dos promotores da “perspectiva do gênero”, fortemente presente em Pequim, é o de atingir uma sociedade sem classes de sexo. Para isso, propõem desconstruir a linguagem, as relações familiares, a reprodução, a sexualidade, a educação, a religião, a cultura, entre outras coisas……

e- Para isso, propõem também a “desconstrução da educação” tal como se lê no discurso da Presidente da Islândia, Vigdis Finnbogadottir, proferido em uma conferência preparatória para a Conferência de Pequim, organizada pelo Conselho Europeu em fevereiro de 1995. Para ela – assim como para todos os demais defensores da “perspectiva do gênero” – urge desconstruir não apenas a família mas ainda a educação. As meninas devem ser orientadas para áreas não tradicionais e não devem ser expostas à imagem da mulher como esposa ou mãe, nem devem ser envolvidas em atividades femininas tradicionais.

f- Neste sentido, as “feministas do gênero” consideram que quando a mulher cuida de seus filhos no lar e o marido trabalha fora de casa, as responsabilidades são diferentes e, portanto, não igualitárias. Então vêem esta “desigualdade” no lar como causa de “desigualdade” na vida pública, já que a mulher – cujo interesse primário é o lar – nem sempre tem tempo e energia para se dedicar à vida pública. 

g- Ademais, as “feministas do gênero” insistem na desconstrução da família não só porque – segundo elas – escraviza a mulher, mas ainda porque condiciona socialmente os filhos para que aceitem a família, o matrimônio e a maternidade como algo natural. 

h- Este ataque declarado contra a família, contudo, contrasta notavelmente com a Declaração Universal dos Direitos Humanos promulgada, como se sabe, pela ONU em 1948. No artigo 16 da mesma, as Nações Unidas defendem enfaticamente a família e o matrimônio:

  1. Os homens e as mulheres, a partir da idade núbil, têm direito, sem restrição alguma em razão de raça, nacionalidade ou religião, a casar e constituir uma família; e desfrutarão de iguais direitos quanto ao matrimônio, durante o matrimônio e em caso de dissolução do matrimônio.
    2. Apenas mediante livre e pleno consentimento dos futuros esposos poder-se-á contrair o matrimônio.
    3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade; e tem direito à proteção da sociedade e do Estado.

i- O Papa João Paulo II, de sua parte, algum tempo antes da Conferência de Pequim, já havia insistido em assinalar a estreita relação entre a mulher e a família. Durante o encontro que manteve com Gertrude Mongella, secretária-geral da Conferência da Mulher, anterior à reunião mundial, disse:

  • “Não há resposta para os temas sobre a mulher que possa desconsiderar a função da mulher na família… Para respeitar esta ordem natural, é necessário fazer frente à concepção equivocada de que a função da maternidade é opressiva para a mulher”.

j-ATAQUE À RELIGIÃO

Ainda que as “feministas do gênero” promovam a “desconstrução” da família, da educação e da cultura como panacéia para todos os problemas, dão uma ênfase especial para a “desconstrução” da religião que – segundo dizem – é a causa principal da opressão da mulher.

Numerosas ONG’s creditadas perante a ONU têm se empenhado a criticar aqueles a quem denominam “fundamentalistas” (cristãos católicos, evangélicos e ortodoxos; judeus, muçulmanos ou qualquer outra pessoa que recuse ajustar as doutrinas de sua religião à agenda do “feminismo do gênero”). Um vídeo que promovia o Fórum das ONG’s na Conferência de Pequim, produzido por Judith Lasch, assinala:“Nada mais constrangeu a mulher do que os credos e os ensinamentos religiosos”.

B- Fonte de discussão e apoio

http://www.presbiteros.org.br/ideologia-de-genero-e-os-planos-municipais-de-educacao/

Ideologia de Gênero e os Planos Municipais de Educação

ALGUNS APECTOS:

O Plano Nacional de Educação brasileiro (PNE), sancionado no ano passado (Lei 13.005, de 25 de junho de 2014) foi aprovado sem referências à “Ideologia do gênero”. Essa foi retirada graças à mobilização popular. Muitos se manifestaram aos deputados que foram eleitos legitimamente pelo povo. Esses acolheram o pedido dos seus eleitores e excluíram a dita “ideologia” do Plano Nacional de Educação. Além disso, percebe-se que a dita teoria, que tem sua origem no estrangeiro, pretende se impor contra direitos reconhecidos pelo Estado brasileiro.

Apresentamos alguns exemplos.

  1. Ideologia do gênero e família

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela ONU em 1948 e reconhecida pelo sistema jurídico brasileiro, diz o seguinte:

Artigo XII: “Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação”.

Artigo XVI: “1- Homens e mulheres, a partir da idade de casar têm o direito, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião, de casar e constituir família; e desfrutarão direitos iguais quanto ao casamento, durante o casamento e em caso de dissolução do casamento […]. 3- A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado”.

                           Por sua vez, a “Ideologia do gênero” propõe uma “educação sexual” dada exclusiva e obrigatoriamente pelo Estado. Os pais que se opusessem à dita teoria, por pensarem diversamente, podem ser incriminados e presos, como já ocorre em diversos países do mundo. Além disso, a dita teoria pretende a “desconstrução” das famílias, do matrimônio e da sociedade em geral. É uma teoria, portanto, que contradiz o Direito reconhecido e nega aos pais a autoridade na educação dos próprios filhos.

                            Porém, na realidade, a justiça exige que os pais sejam os primeiros educadores, e por direito próprio, de seus filhos. As escolas exercem uma função subsidiária na educação dos filhos. Os pais concedem aos educadores o poder de transmitir alguns conteúdos aos seus filhos por conveniência de tempo e de competência (conhecimentos de matemática, línguas, ciências, história).

                            Ademais, não pode haver oposição entre família e educadores. As crianças não são “cobaias” de experimentos “pseudo-científicos”. E a educação moral dos filhos é um dever primordial dos pais. Negar isso é temer à liberdade e a mesma democracia.

  1. Ideologia do gênero, liberdade religiosa e de pensamento

                     A Declaração Universal dos Direitos Humanos também diz:

Artigo XVIII: “Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, em público ou em particular”.

Por sua vez, a “Ideologia de gênero” promove a “desconstrução” da família, da educação e da cultura como solução para todos os problemas. Ela põe especial ênfase na “desconstrução” da religião, que, segundo dizem, é a principal causa da opressão da mulher. Todos que não se adequem ao seu pensamento são denominados por eles como “fundamentalistas”. Isso torna praticamente impossível o diálogo com os defensores da dita ideologia.

Percebemos, de fato, nos textos dos difusores desse pensamento que a “Ideologia do gênero” ataca todas as religiões, ignorando ou desrespeitando o direito à liberdade religiosa e de consciência, dois grandes pilares da modernidade. Dizem, de fato: “Deve-se capacitar as próprias mulheres, e dar-lhes a oportunidade de determinar o que as suas culturas, religiões e costumes significam para elas” (Relatório da reunião preparatória para a Conferência de Pequim, organizado pelo Conselho Europeu em Fevereiro de 1995).

Para o “feminismo de gênero”, a religião é uma invenção humana e as principais religiões foram inventadas por homens para oprimir as mulheres. Por isso, as feministas radicais postulam a re-imagem de Deus como Sophia: A sabedoria feminina. Nesse sentido, as “teólogas do feminismo de gênero” propõem descobrir e adorar não a Deus, mas a Deusa. Os ideólogos do gênero, portanto, negam na teoria e na prática política o valor de toda religião histórica e propõem novas formas de religiosidade.

A mesma Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma:

Artigo XIX: “Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.

A “Ideologia do gênero”, por sua vez, pretende estabelecer um pensamento único, criminalizando quem não adere a ele. Na prática, isso acaba com o diálogo e a democracia, visto que a obrigação de se ter um “pensamento único” é característica de regimes totalitários. Os defensores de tal teoria, de fato, buscam criar juridicamente o “delito de opinião”, algo que contraria o mesmo Direito e a justiça.

Nesse sentido, se encontra a tentativa de se criminalizar a chamada “homofobia”. Isso é um neologismo ambíguo e sem sentido (literalmente, significa “medo do igual” – do grego, homo = igual, fobos = medo), que serve para rotular e condenar os que não pensam como eles. É uma palavra vazia de conteúdo utilizada quase que para insultar quem não adere em teoria ou na prática àquela ideologia.

Mas quem tem medo do igual? O que se vê aqui, é que há muito medo de quem pensa e opina diversamente.

  1. Ideologia do gênero e direito à educação

O Artigo XXVI da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma ainda1: “1. Todo ser humano tem direito à instrução. 2. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais. A instrução promoverá a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, e coadjuvará as atividades das Nações Unidas em prol da manutenção da paz. 3. Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.

Tudo isso é, na prática, negado ou dificultado pela “Ideologia do gênero”. A “Ideologia do gênero” pretende se apresentar com uma tese científica, mas os seus defensores não aceitam ser contestados, algo normal em toda ciência, que contém teses e teorias sempre aberta à possibilidade de falsificação. 

7 – conclusão

                Escola Pública  é para ser escola –  português, matemática, física, história, geografia, educação física com, desde cedo, moral e cívica ( reto agir, reto pensar, o que bom para o bem comum entre outros…. Mais tarde, informática, administração básica para se empregar em empresas e comércio, administração financeira familiar,   biologia, química, introdução a filosofia e sociologia com moral e cívica ( reto agir e reto pensar com o que de fato constrói uma nação sem pobreza e sem corrupção). Alimentação e estudo integral. Penso que matéria, por decisão dos pais, optativa seria o ensino religioso fundamentado na Bíblia pois esta é base para a maior parcela dos brasileiros. O ensino universitário público deve ser deseixado, separado de convicções políticas partidárias, mas fundamentado na construção de ciência e tecnologia  que se reverbere na sociedade na produção do campo, na produção industrial , na preservação da família como base da nacionalidade, na saúde pública, na alimentação e esporte,  e na preservação do eco sistema no campo e na cidade gerando muita qualidade de vida, com paz e harmonia social. O Brasil é um país grande e rico por natureza, devemos usá-lo e habitá-lo com harmonia sem lutas partidárias ou exploração abusiva. A escola é o futuro gerador de mão de obra  para liderança, trabalho e equilíbrio social  do nosso país com a graça de Deus Pai.  A escola também é o professor com direito a saúde física, psicológica, bom salário, tempo para corrigir provas , estudar, crediário especial para cursos de capacitação e compra de computador pessoal, tempo para conversar com os alunos sobre experiências pessoais  e se capacitar e conviver com sua família. Nos locais mais tensos, proteção física e de seus bens  provida pelo estado , até que a sociedade brasileira evolua até a escola ser totalmente aprazível e livres de tensões que possam gerar agressões aos professores.

                      A escola profissional do Ceará me permitiu uma ampla gama de conhecimentos na área de logística,  mineralogia, portos, administração, pois vários professores estavam no mercado e respondiam as nossas curiosidades,  além das matérias da grade curricular normal, como também, percebi, sempre, o estimulante e  profundo interesse dos professores, como eu também, de construir conhecimento  e possibilidades futuras para os alunos.

 EDUARDO SOBREIRA MUNIZ