Fuzis encontrados com “Imigrantes” venezuelanos reforçam suspeita de tentativa de assassinar presidente da Colômbia

Fuzis encontrados com “Imigrantes” venezuelanos reforçam suspeita de tentativa de assassinar presidente da Colômbia

O chanceler colombiano Carlos Trujillo disse em uma mensagem de vídeo postada no Twitter que informações consistentes indicam a existência de planos para assassinar o presidente colombiano Eduardo Duque.

O chanceler não deu detalhes específicos mas falou sobre armas de guerra apreendidas. Dois venezuelanos foram presos nos últimos dias com fuzis de calibre 5.56 e carregadores.

Pedro José Acosta Ovalles , de 22 anos, e José Vicente Gómez Ríos carregavam os fuzis em uma bolsa. Outro homem, Gheiger Enrique Vásquez Mendoza, conhecido pela alcunha de venezuelano foi preso em local diferente com Minimetralhadora UZI, carregadores e granada.

Investigações de inteligência sobre possíveis ataques vêm acontecendo há vários meses“, disse Trujillo.

Nicolás Maduro tem destilado seu ódio contra o governo colombiano. Vários militares exilados se instalaram no país e muitos de lá alimentam a esperança de que com a nova  tendência à direita da América Latina alguma rebelião popular apoiada direta ou indiretamente por nações estrangeiras consiga derrubar a ditadura chavista.

Como é freqüente entre líderes da esquerda, Maduro se comporta de maneira irresponsável. A última bravata do ditador consistiu em realizar grandes manobras militares na fronteira com a Colômbia, nas quais, segundo fontes oficiais de Caracas, participaram mais de 100.000 militares venezuelanos, tropas de elite das Forças Armadas de Cuba, aeronaves russas e chinesas.

O governo colombiano, que conta com o apoio dos EUA, procura se manter sereno no que diz respeito a essa questão.

Militares venezuelanos no exílio enxergam em JAIR BOLSONARO esperança de melhores dias para seu país

Antônio RIVERO é um general venezuelano que após divergir publicamente de Nicolás Maduro conseguiu escapar para os Estados Unidos antes de ser preso. Rivero apresenta petições e mais petições na ONU, OEA e em qualquer organização que tenha um mínimo de poder de pressão sobre seu país.

O fato é que, diferente do que aconteceu no Brasil, as FORÇAS ARMADAS venezuelanas foram quase que completamente aparelhadas por Hugo Chaves e Nicolas maduro. A cada nova turma formada nas academias militares maior é o comprometimento com o Chavismo e com isso a esperança de um retorno pacífico à democracia se esvai aos poucos. Militares venezuelanos na medida em que ascendem em postos e graduações são tratados a “pão de ló”, têm financiamentos exclusivos a juros mais baixos, supermercados exclusivos etc.

Ainda assim, por motivação ideológica, miséria assolando etc, cerca de 10 mil militares pediram dispensa somente até meados de 2018. Militares que pedem baixa podem ser sancionados e até presos.

Aqueles que pedem para se retirar são presos por uma semana na sede da contra-inteligência militar” diz um artigo no jornal espanhol ABC. No mesmo artigo militares venezuelanos revelam que há cada vez mais proibições de contato entre oficiais superiores e tropa, o medo é de acertos para uma grande revolta.

Cada vez militares exilados principalmente na Colômbia alimentam a esperança de que uma revolta popular exploda Venezuela. E é indiscutível que mudança na postura política do país mais influente da América Latina reforçará a esperança de que em breve chegarão dias melhores para os venezuelanos.

Antônio Rivero, general exilado nos EUA, tem uma conta no twitter com mais de 400 mil seguidores, a maioria venezuelanos. Hoje pela manhã sua postagem foi sobre JAIR BOLSONARO e seu projeto de facilitar a aquisição de armamento por civis.

Revista Sociedade Militar