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O RIO é o CAOS, sociedade conivente. Primeiro Policial assassinado no RIO DE JANEIRO

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O Governador recém empossado no RJ lamentou muito a morte  soldado PM Mariotti Nas redes sociais muitos profissionais da seg. pública elogiaram o fato de WITZEL ter ido ao hospital e falaram sobre sua intenção de mudar protocolos no que diz respeito ao deslocamento de policiais pela cidade.

O governador parece ter percebido algo que para qualquer pessoa já está óbvio, que um policial em uma motocicleta é um alvo fácil e tem pouca capacidade de manusear sua arma durante um tiroteio. Wilson Witzel quer mudar os protocolos nesse sentido. 

A população das comunidades

O trabalho no RIO DE JANEIRO vai ser intenso e complexo. Grande parte dos moradores de comunidades e bairros mais carentes se acostumou e é conivente com os “governos paralelos” criados pelos traficantes que exercem seus “mandatos” indefinidamente, até que sejam assassinados, presos ou substituídos por outras facções.

Muitos moradores que se acham “honestos” vendem quentinhas para os traficantes, entregando-as nos locais onde estes mantém suas bases ou pontos de vigilância, prestam serviços de churrasqueiro, pedreiros – que também se acham pessoas honestas – constroem as barricadas nas ruas e até fazem suas passagens secretas debaixo das casas (VEJA:TRAFICANTES SE PREPARANDO NO RIO).

Um exemplo: “não sou bandido não” disse um homem flagrado construindo uma barricada com trilhos em uma comunidade carioca. Veja abaixo as imagens da prisão do elemento, que recebeu 50 reais para escavar dois buracos e encher de concreto prendendo dois trilhos no meio de uma rua, atrapalhando não só a polícia, mas também ambulância e veículos particulares que por ali desejassem transitar.

Outros moradores que também se acham “honestos” usam aparelhos de ar condicionado durante o dia inteiro porque em suas comunidades não se cobra energia elétrica.

Ainda outros moradores que se dizem honestos permitem que seus filhos ainda na infância, na idade de 10, 11, 12 anos passem grande parte do dia ao lado de jovens traficantes, manuseando armas e fazendo pequenos mandados como entregar pequenas quantidades de maconha para alguém na entrada da comunidade. Outros moradores que se dizem honestos compram a baixo preço ou recebem doações de mercadorias roubadas. Outros moradores que se dizem honestos compram a baixo preço aparelhos celular roubados e outros sabem onde estão escondidas as armas de traficantes mas não denunciam para as autoridades.

Mas, não são só os moradores. Fornecedores paralelos de sinal de internet que se acham honestos todas as semanas entregam dinheiro para os chefes de cada comunidade para que possam ali distribuir seu sinal sem ser importunados, como contrapartida financeira o sinal é distribuído sem notas fiscais e qualquer registro do número de fornecimentos de serviço, o que acaba não gerando pagamento de impostos sobre o serviço.

Outros ainda que se acham honestos são os fornecedores de sinal de TV a cabo que também pagam sua cota semanal para os donos das comunidades e bairros carentes.

São comerciantes, moradores, prestadores de serviço,  milhares de  pessoas que vivem dentro de verdadeiros estados paralelos. Crianças crescem dentro desses locais acreditando que vivem em situações normais.

Muitas vezes prestadoras de serviço querem regularizar situação caótica da rede elétrica mas como o caos favorece a impunidade, são impedidas.

 

É preciso iniciar com urgência uma ampla campanha midiática mostrando de novo o que é certo e o que é errado. É preciso mostrar de forma franca que quando alguém compra um celular roubado pode estar se tornando cúmplice de uma morte. É preciso mostrar que quem compra uma mercadoria roubada pode estar se tornando cúmplice de uma morte, causador da falência de uma empresa, causador do desemprego etc.

Revista Sociedade Militar

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