Política Brasil

Congresso do sec. XXI! Palavra bíblia proibida de ser usada em jornais, livros ou internet – Projeto de LEI

Autor
Pastor Sargento Isidório – AVANTE/BA

Apresentação / 04/02/2019  Ementa Proíbe o uso o nome e/ou título BÍBLIA ou BÍBLIA SAGRADA em qualquer publicação impressa e/ou eletrônica com conteúdo (livros, capítulos e versículos) diferente do já consagrado há milênios pelas diversas religiões Cristãs (Católicas, Evangélicas e outras que se orientam por este Livro – Bíblia)

Autor do projeto, o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) afirma que a proposta pretende evitar que alguns segmentos sociais, “intolerantes com a manutenção da verdade religiosa”, passem a utilizar as palavras “Bíblia” e “Bíblia Sagrada” para se referir aos seus próprios livros de ética.

“Queremos prevenir mais uma violência contra os cristãos brasileiros. É o caso da polêmica do livro em edição que se especula chamar bíblia gay. Há indícios de que tal livro pretende tirar referências que condenam o homossexualismo. Seria uma verdadeira heresia e total desrespeito às autoridades eclesiásticas”, diz o deputado.

Pastor Sargento Isidório afirma que esse tipo de publicação abriria precedente para o surgimento de outros livros apelidados de bíblia para segmentos como “homicidas, adúlteros, prostitutos e mentirosos”. “Ou seja, livros chamados de bíblia para livrar todo tipo de pecadores”, diz o parlamentar.

O TEXTO

Art. 1º – Fica terminantemente proibido os termos “Bíblia” e/ou “Bíblia Sagrada” em
qualquer publicação impressa ou eletrônica de modo a dar sentido diferente dos textos
consagrados há milênios nos livros, capítulos e versículos utilizados pelas diversas religiões
Cristãs já existentes, seja católica, evangélica ou outras mais que se orientam por este Livro
mundialmente lido e consagrado como Bíblia.

Art. 2º – O uso indevido dos termos “Bíblia” e/ou “Bíblia Sagrada” será passível de punição
conforme tipificado no crime de estelionato (Artigo nº 171 – obter, para si ou para outrem,
vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante
artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento) e também o Artigo nº 208 (escarnecer
de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar
cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto
religioso) ambos previsto no Código Penal.

Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

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