Documento SECRETO mostra que em 2007, durante o governo LULA, o ditador Muamar Khadafi tentou se unir ao Brasil no desenvolvimento de tecnologias de DEFESA

Documento SECRETO mostra que em 2007, durante o governo LULA, o ditador Muamar Khadafi tentou se unir ao Brasil no desenvolvimento de tecnologias de DEFESA

A Revista Sociedade Militar teve acesso a documentos sigilosos, a princípio classificados como CONFIDENCIAIS e em seguida, pela sua importância, reclassificados para SECRETOS, que indicam que durante o governo LULA, considerado bom amigo da Líbia e defensor da chamada cooperação Sul – Sul, membros do governo Khadafi tentaram se se aproximar dos brasileiros para cooperação técnica e trocas de informações no desenvolvimento de tecnologia de defesa. O pedido veio pouco depois de uma visita de Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Lula, ao país de Khadafi.

Importante aqui lembrar que:

  • No primeiro ano de mandato de Lula foi revogado em todo o território nacional o regime de sanções ao governo Kadaffi através do Decreto nº 4.865.
  • Ao discursar na abertura da Cúpula da União Africana em julho de 2009 na cidade líbia Sirte, Lula se refere a Kadaffi como amigo e irmão.

Reportagem do Estadão de março do ano passado diz que PALLOCCI declarou ao Ministério Público que o ditador Líbio teria financiado secretamente parte da campanha vitoriosa de lula em 2002 com 1 milhão de dólares. Durantes seus governos Lula chegou a se reunir 4 vezes com o ditador Líbio.

Antonio Palocci teria afirmado que Kadafi – capturado e morto em 20 de outubro de 2011 – enviou ao Brasil, secretamente, US$ 1 milhão para financiar a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002…”Diz o jornal, (VEJA AQUI)

 

Militares ouvidos alegam que as relações militares com a Líbia mencionadas no documento – que hoje está desclassificado – só não teriam se estreitado mais por contra da resistência por parte de militares brasileiros. Outros arriscam dizer que se a “parceria” tivesse realmente se efetivado o Brasil provavelmente teria sido jogado pela comunidade internacional no mesmo pacote de dignos de desconfiança que contém  países “complicados”, como Líbia, Iran, Cuba e Venezuela.

Revista Sociedade Militar

Alguns dados

http://www.vermelho.org.br/noticia/53056-1