Olavo de Carvalho e a hora da mídia conservadora – Quem é o Jornal Nação, citado pelo filósofo como grande promessa dos próximos anos?

Olavo de Carvalho e a hora da mídia conservadora – Quem é o Jornal Nação, citado pelo filósofo como grande promessa dos próximos anos?

Essa semana um comentário nas redes sociais, apesar da importância, quase passou despercebido, foi Olavo de Carvalho mencionando um jornal carioca –  Nação Brasil – que luta pra se manter de pé em meio a tantos jornais de viés progressista.

Olavo disse que o periódico tem tudo para ser o maior jornal do país.

“NAÇÃO tem tudo para se tornar o melhor jornal do país. Só falta uma equipe de articulistas de alto nível para reforçar com substância intelectual o apelo popular da publicação. Aí será algo comparável à antiga “Última Hora” do Samuel Wainer (sem o esquerdismo, é claro)”

As declarações de Olavo de carvalho, considerado por muitos como o mentor intelectual da guinada na política brasileira, nunca vêm sem uma base sólida. O filósofo, que atualmente é uma das mentes mais influentes do país, enxerga no jornal Nação Brasil possibilidades que definitivamente inexistem em qualquer veículo da grande mídia.

É impossível para redatores, jornalistas e membros de equipes técnicas de jornais “progressistas” – mesmo que queiram fazer isso – mudar diametralmente o viés ideológico de seus veículos para alcançar o novo público que surge, ávido por informações verdadeiras, sem qualquer viés ideológico.

Não há como disfarçar o que está entranhado em todas as suas células. Na comunidade que habita as redações a recepção dos fatos do quotidiano passa por um prisma enviesado, vermelho, que distorce tudo e acaba entregando uma interpretação completamente maculada para o público. Portanto, o único periódico com possibilidade real de alcançar esse “novo” público que surge com o esclarecimento da sociedade brasileira é aquele que desde a gênese conta com uma equipe completamente conservadora.

Alexandra Gomes, a jornalista responsável pelo Jornal Nação, mantém também o Jornal Corporativo. Os dois jornais buscam levar aos leitores informações sem o tradicional viés ideológico escolhido pela grande mídia e têm como lema fornecer a “noticia como ela é, o errado é errado e o certo tem que aparecer”. Alexandra, prestes a parir seu primeiro filho, se esforça junto com equipe técnica e articulistas, para redigir, revisar e publicar as notícias e análises do quotidiano que enchem as páginas de 2 jornais diários.

Dificuldades, discriminação, publicidade

A redação é bem estruturada, localizada no centro da cidade do Rio de Janeiro, pertinho do teatro Municipal e da ALERJ. Mas, o Nação Brasil deixou de ser distribuído na forma impressa por conta de uma série de problemas certamente desconhecidos do grande público, mas que ocorrem rotineiramente com veículos de comunicação que tentam quebrar a hegemonia de esquerda existente na grande mídia. Um jornal de direita, quando consegue furar o bloqueio das distribuidoras e de donos de bancas feito por “sugestão” das grandes redações, geralmente é colocado na parte baixa das laterais das bancas de jornais, onde ninguém consegue ver as manchetes, ou sequer é ali posicionado, permanecendo escondido no interior das bancas.

Outro problema recorrente é a falta de publicidade. Os empresários não vão direto até os jornais, quem faz isso são as agências de publicidade e estas, em esmagadora maioria, estão fechadas com grandes veículos da mídia progressista. Sem publicidade dificilmente um jornal consegue se manter.

Falta de profissionais

Questão também importante, segundo Ricardo Lyra, diretor do Jornal Nação Brasil, ouvido pela Revista Sociedade Militar por telefone, é a falta de profissionais de imprensa. Ricardo diz que poucos conseguem enxergar o mundo de forma coerente, “parece que sofreram uma lavagem cerebral”, diz. A visão de Ricardo condiz com o que escreveu Otto Maria Carpeaux, hoje há nas universidades um grupo hegemônico que Carpeaux chamou de proletariado intelectual, que submete os alunos, sobretudo os de humanas, a uma verdadeira lavagem cerebral, impondo seu prisma marxista. Os poucos que não se submetem com freqüência até fingem que foram cooptados para assim não ter dificuldades para obter seus diplomas.

esse ‘proletariado intelectual’ … Julgam tudo, e tudo deles depende. Lêem os livros e decidem sobre os sucessos de livraria, criticam os quadros e as exposições, aplaudem e vaiam no teatro e nos concertos, dirigem as correntes das idéias políticas, e tudo isto com a autoridade que o grau acadêmico lhes confere…”

Definição

O Jornal Nação se define assim: “Com linha editorial jornalística, acreditamos que notícia se rebate com notícia e contamos com colunistas reconhecidos que reforçam as editorias para levar a verdade de forma honesta e clara para nossos leitores.”

Alexandra Gomes disse hoje: “O jornal já existe e segue sua missão defendendo seu formato em defesa dos valores, honrado em ser reconhecido por um dos ícones do confronto contra a esquerda, Olavo de Carvalho… O governo se estabeleceu, o jornal está de pé. Que a política e a mídia conservadora possam caminhar juntas para dissipar todas as inverdades plantadas no Brasil em décadas de desinformação jornalística.”

Robson Augusto – Revista Sociedade Militar