“A Pública” ataca GENERAIS e CORONÉIS porque ministério de direitos humanos só acata 3% dos pedidos de anistia que dão entrada no órgão

“A Pública” ataca generais porque ministério de direitos humanos só acata 3% dos pedidos de anistia que dão entrada no órgão

A “Agência de Jornalismo Investigativo” apublica.org publicou texto acusando de parciais os membros da comissão que examinará pedidos de anistia política. Detalhe, a comissão sequer se reuniu formalmente esse ano. Na equipe existe membros civis e alguns militares, de várias patentes, como generais, coronéis, um cabo etc.

“Aos três meses do governo Bolsonaro, a Comissão de Anistia ainda não se reuniu formalmente depois da cerimônia de posse”, diz o site.

O MDH enviou nota ao site informando que todas as decisões são com base em relatórios da gestão anterior.

Questionada pela reportagem, a assessoria do Ministério disse que os pedidos já haviam sido avaliados pela gestão anterior…” diz o próprio site.

Então, pergunta-se POR QUÊ um site que se diz “verificador de notícias” publica a manchete: “Ministério dos Direitos Humanos nega 33 pedidos de anistia para cada solicitação aprovada” e logo em seguida lista as características “odiosas” de cada um dos membros da comissão que AINDA NÃO EMITIU QUALQUER PARECER?

A pública.org aparentemente atua mais como um gerador de conteúdo para ser replicado por sites como GGN, vermelho.org e 247, os chamados blogs sujos, que dão o tom do discurso utilizado pela esquerda. 

O site ataca o General Rocha Paiva, um dos membros da comissão que passará a avaliar os pedidos de anistia e indenização. Usam para isso o artigo “Miriam e Globo Micos”, escrito por Rocha Paiva e publicado na Revista Sociedade Militar em 5 de agosto de 2018.

A agência ressalta ainda algumas características odiosas dos novos conselheiros.

Contra reserva de vagas para afrodescendentes e relação com a família Bolsonaro – João Henrique Nascimento de Freitas

Escreveu artigo para a Revista Sociedade Militar criticando Miriam Leitão – General Rocha Paiva

Responsável pelas operações da missão das Nações Unidas no Haiti, em 2006  – Cláudio Tavares Casali.

Só no ano de 2009 (governo do PT) o incrível numero de 2.585 pedidos foram aprovados. Cerca de 45% do total (5.686) que deu entrada.

O site tenta colar na comissão atual a tarja de parcialidade. Ora, nas comissões que no passado concederam milhares de anistias e indenizações havia membros do famoso grupo Tortura Nunca Mais, integrantes da comissão organizadora do Memorial da Resistência Carlos Mariguella e até lideranças da famigerada Fundação Perseu Abramo, ligada ao Partido dos Trabalhadores.

Agora as coisas mudaram, os pedidos será realmente analisados por quem conhece a fundo o assunto. Mas, o medo maior é de que alguns sejam revisados. Por isso os ataques ainda antes da primeira reunião.

Revista Sociedade Militar