Venezuela: “Não podemos deixar… se houver uma invasão militar a decisão é minha” – Bolsonaro e o fim do Governo Maduro

Venezuela: “Não podemos deixar… Se houver uma invasão militar a decisão é minha” – Bolsonaro e o desejo de ver o fim do Governo Maduro.

“Trump falou pra mim que todas as possibilidades estão na mesa”.

Jair Bolsonaro e entrevista recente falou sobre o governo Maduro e o que deve acontecer para que a Venezuela se veja livre da situação terrível vivida por seus habitantes.

O Presidente já chegou a dizer que quem garante a democracia no Brasil são as forças armadas, seu comentário sobre a Venezuela vai exatamente nessa linha. Bolsonaro acredita que Maduro cairá se houver um racha na hierarquia das forças armadas venezuelanas, que são no momento o maios pilar do governo de Nicolás Maduro.

Ninguém gosta de tocar no assunto para não causar alarde, mas é verdade que um dos maiores receios de militares dos EUA e Brasil é que Nicolás Maduro, que tem relações estreitas com Moscou, Pequim e Poyangyang, permita que seu país se torne uma espécie de “base avançada” no ocidente para algum desses países.

Maduro vem se preparando há anos para um momento de crise. Chegamos a mencionar em outros textos sobre a criação de bancos, financiamentos mais baratos e até da existência de supermercados exclusivos para os militares venezuelanos. Todo esse tratamento diferenciado é o que garante a lealdade dos militares ao governo e ao que chamam de revolução bolivariana.

“se houver uma invasão militar (dos EUA) lá a decisão vai ser minha mas eu vou ouvir o Conselho de Defesa e depois o parlamento brasileiro… agora a Venezuela não pode continuar como está… porque são fortes, lá tem dois mil generais. Uma minoria são narcotraficantes, cubanos… 30 mil barris de petróleo por dia para Cuba, não vão querer largar esse osso … milícias, grupos terroristas que agem na Colômbia e voltam pra lá… nós não podemos deixar… aquilo interessa muito mais pra nós do que para os americanos… aquilo se tornar numa nova Cuba, até mesmo uma Coréia do Norte, e depois como vai resolver esse assunto? A ajuda humanitária atingiu o objetivo… a intenção é haver uma fissura, uma divisão no exército venezuelano, porque quem decide se vai ser uma democracia ou ditadura são as forças armadas…”

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Revista Sociedade Militar