Saiba quem paga a viagem das ESPOSAS dos Coronéis para a EUROPA

Os oficiais que realizam essa viagem de estudos e decidem levar suas esposas pagam todas as despesas das mesmas, o Exército não participa dessas programações e não injeta nem um centavo nisso. Os militares se organizam para o aluguel de transportes, ônibus e realização de programações a ser feitas quando sobra um tempo entre as palestras e intercâmbios realizados.

A reportagem do site Intercept foi irônica, maldosa e sem nenhum conhecimento de causa. Mas, infelizmente foi compartilhada aos turbilhões por milhares de pessoas que muitas vezes nem se dão ao trabalho de questionar o que leem.

Essa viagem sempre existiu, mas agora no governo BOLSONARO busca-se sondar cada passo dados pelos militares, do recruta ao general.

“De volta ao Brasil, eles ganham uma folga para se recuperar do cansaço da viagem… e todas ficarão hospedadas em hotéis de 4 ou 5 estrelas, a um custo total de hospedagem de 2 mil euros por pessoa (cerca de R$ 9,1 mil, na cotação da última semana de abril). Segundo os documentos, as mulheres dos oficiais estão incluídas na programação – há, inclusive, um roteiro específico para elas…”

É claro que há um roteiro específico para as esposas, seus maridos na maior parte do tempo estão envolvidos em outras atividades ligadas ao intercâmbio que faz parte do currículo do curso ministrado pela ECEME.

Alguém poderia exigir então que os oficiais após as palestras fossem trancados dentro de quartos de hotel e impedidos de sair a noite?

Que coisa egoísta! 

Não há como privar os militares brasileiros de um intercâmbio desse tipo. Nossas forças armadas precisam de oficiais e graduados bem formados e as viagens ao exterior, o intercâmbio, a troca de conhecimento e o estreitar as relações com militares de outras nações são ações indispensáveis.

Graças ao preparo intelectual de nossos militares o Brasil não se vê submetido a uma ditadura de esquerda com apoio das forças armadas, como hoje ocorre na Venezuela, Cuba, Coréia do Norte etc.

A diária recebida pelos militares geralmente não é suficiente para arcar com custos de hotéis com mais de duas estrelas e – ressaltou um oficial ouvido pela revista Sociedade Militar – muitos militares chegam até devendo dessas viagens.

Revista Sociedade Militar