Forças Armadas

Generais contrariados porque BOLSONARO apóia TRUMP na questão ORIENTE MÉDIO

Generais contrariados porque BOLSONARO apóia TRUMP na questão ORIENTE MÉDIO

A promessa de campanha de BOLSONARO de que iria transferir a embaixada Brasileira para JERUSALÉM está cada vez mais perto de ser cumprida.  O governo brasileiro, por meio de nota do Ministério das Relações Exteriores, emitiu nota recepcionando entusiasticamente o plano de paz proposto por Donald Trump para o oriente Médio, vários jornais brasileiros publicaram artigos informando que a “ala militar” do governo estaria insatisfeita com essa situação.

Parte da nota do ITAMARATI diz: “”Trata-se de iniciativa valiosa que, com a boa vontade de todos os envolvidos, permite vislumbrar a esperança de uma paz sólida para israelenses e palestinos, árabes e judeus, e para toda a região.”

Há muito que os militares brasileiros tentam se afastar das questões belicosas do Oriente Médio, incluindo a histórica intriga entre palestinos e israelenses.

não precisamos nos posicionar nessas questões, não podemos crer que todos os assuntos nos dizem respeito e desnecessário e pode ser contraproducente”, Militar ouvido pela Revista Sociedade Militar, que não quer se identificar por questões obvias,

Os principais tópicos do PLANO de DONALD TRUMP são

– Reconhecimento efetivo de Israel como Estado judeu.

– Criar meios para a criação de um Estado palestino com mais do dobro do tamanho do território atual, mas sem Exército e Força Aérea e sob controle de Israel a oeste do rio Jordão

– Estabelecer a cidade de Jerusalém como capital “indivisível” de Israel, com a capital palestina ocupando partes do leste da cidade, onde os Estados Unidos criariam uma embaixada

– Reconhecer os assentamentos israelenses na Cisjordânia e o vale do rio Jordão como parte de Israel; nem palestinos nem israelenses serão forçados a deixar suas casas

– Congelar futuras ocupações de território palestino durante quatro anos, enquanto ocorrem as negociações da criação do Estado da Palestina

– Recusar o direito de retorno de palestinos refugiados a regiões perdidas para Israel em conflitos anteriores; eles poderão viver no futuro Estado da Palestina, integrar-se nos países em que vivem atualmente ou migrar para um novo país

– Investimentos de US$ 50 bilhões por parte dos EUA no novo Estado palestino, que criaria 1 milhão de novos empregos e reduziria a pobreza pela metade.

Veja abaixo a NOTA do ITAMARATY

O governo brasileiro saúda o plano de paz e prosperidade, apresentado ontem pelo Presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que configura uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços infrutíferos, retomar o caminho rumo à tão desejada solução do conflito israelense-palestino.

A proposta, que visa à convivência pacífica e viável, tanto do ponto de vista de segurança quanto territorial e econômico, do Estado de Israel e de um Estado palestino, constitui um documento realista e ao mesmo tempo ambicioso. Trata-se de iniciativa valiosa que, com a boa-vontade de todos os envolvidos, permite vislumbrar a esperança de uma paz sólida para israelenses e palestinos, árabes e judeus, e para toda a região.

Com efeito, a visão ali detalhada contempla aspirações tanto de palestinos quanto de israelenses, incluindo aspectos fundamentais como a erradicação do terrorismo, a existência do Estado de Israel com segurança para sua população, o estabelecimento de um Estado palestino democrático e comprometido com a paz, a viabilidade territorial, e a criação das condições econômicas indispensáveis para uma grande elevação do bem-estar do povo palestino.

O governo brasileiro exorta tanto israelenses quanto palestinos a considerar o plano com toda a seriedade e a iniciar negociações partindo das bases ali expostas.

O plano se afigura compatível com os princípios constitucionais que regem a atuação externa do Brasil, notadamente a defesa da paz, o repúdio ao terrorismo e a auto-determinação dos povos. Desse modo, o Brasil estará pronto a contribuir com o processo de construção da paz, das maneiras que se afigurarem mais adequadas.

Revista Sociedade Militar

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