POLÍCIA - SEGURANÇA PÚBLICA

“Costelas quebradas, queimadura no peito” – Queriam forçá-lo a dizer algo que incriminasse os BOLSONARO

Opinião do leitor: “Costelas quebradas, queimadura no peito” – Queriam forçá-lo a dizer algo que incriminasse os BOLSONARO

O registro da ocorrência aponta somente uma troca de tiros.

Pouca gente entendeu as postagens de Flávio Bolsonaro nas redes sociais. Alguns na verdade o criticaram por exibir uma filmagem considerada como contendo “imagens fortes”, que mostravam o corpo do policial carioca morto na Bahia. O próprio presidente da república nessa terça-feira sugeriu a realização de uma pericia independente.

Na postagem o SENADOR Flávio Bolsonaro disse: “Perícia da Bahia (governo PT), diz não ser possível afirmar se Adriano foi torturado. Foram 7 costelas quebradas, coronhada na cabeça, queimadura com ferro quente no peito, dois tiros a queima-roupa (um na garganta de baixo p/cima e outro no tórax, que perfurou coração e pulmões.”

Pelo que tudo indica, na mente de Flávio e seu pai está a hipótese de que o policial Adriano tenha sido torturado por pessoas que tinham a esperança de que revelasse que o senador estivesse envolvido de fato na morte da vereadora Marielle Franco ou com outros crimes supostamente cometidos por milicianos no estado do Rio de Janeiro.

A informação oficial diz que não há sinais de tortura.

“Nós, da perícia, não especulamos. No laudo pericial, o perito médico legista responsável não encontrou sinais que confirmassem execução. Os sinais que nós encontramos confirmam, sim, um confronto policial”, disse o médico legista Mário Câmara, um dos profissionais que necropsiaram o corpo de Adriano no IML (Instituto Médico Legal) de Alagoinhas, cidade próxima Esplanada, onde Adriano estava foragido havia cerca de um ano. Fonte: Gazeta Web.

Recebido de colaborador A.G.  // Revista Sociedade Militar

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