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Forças Armadas

Senador IZALCI confirma para Correio Braziliense a reunião com graduados das Forças Armadas nessa quinta-feira

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Diz o periódico: “O senador Izalci Lucas (DF), vice-líder do PSDB no Senado, vai receber, na próxima quinta-feira (16/01), representantes de associações de graduados – soldados, cabos, sargentos e suboficiais – da reserva das Forças Armadas. Eles vão apresentar um conjunto de propostas para corrigir o que chamam de distorções na Lei 13.954/2019, que reestrutura as carreiras e reforma o sistema previdenciário dos militares… “

O parlamentar promete levar as propostas para uma comissão que será formada a partir de fevereiro com membros do Ministério da Defesa e economia.

A Revista Sociedade Militar conversou com o suboficial Leandro, da FAB, um dos militares que forneceu as informações para o periódico, ele se mostra otimista e acredita que há sim possibilidade de que de alguma forma sejam corrigidos os erros, que deixaram um grande grupo de militares da reserva e outros dos quadros especiais, com defasagens salariais em relação ao pessoal da ativa.

Texto do C. Braziliense: “Entre os dispositivos criticados pelas associações está o Adicional de Habilitação, a ser incorporado ao soldo, beneficiando os militares que tiverem o maior número de cursos no currículo… Houve discrepâncias de ganhos entre o topo e a base das Forças Armadas, trazidos pela Lei que prometeu reestruturação da carreira. Dessa forma, a camada superior da hierarquia quase atinge o teto do serviço público federal”, disse ao Correio Leandro de Moura Magalhães, suboficial reformado da Aeronáutica.”

Pela colocação “Entre os dispositivos criticados pelas associações está o Adicional de Habilitação, a ser incorporado ao soldo…“, percebe-se ainda a dificuldade que os jornalistas têm para explicar as questões relacionadas ao salário dos militares, mesma dificuldade que pairou sobre os parlamentares, incluindo o relator, considerado pelos sargentos como completamente inábil para tratar de questões militares.

Graduado ouvido pela RSM declarou que: “desconhecendo regulamentos, leis, tradições e questões complicadas que são especificas dos militares, os parlamentares acabaram acreditando na palavra daqueles que possuem os postos mais altos e deu no que deu”.

Veja o artigo completo no Correio Brasiliense

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