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Soldado inativo da PM e dos Bombeiros do Pará tem R$ 5.037 de remuneração de referência, enquanto coronel chega a R$ 20.184; tabela de 2026 revela diferença superior a R$ 15 mil

Tabela oficial publicada no Diário Oficial do Pará em abril mostra R$ 5.037,23 para soldado e R$ 20.184,92 para coronel inativos da PM e dos Bombeiros, após revisão geral de 6%. Veja valores das outras graduações.

Marcos
Por Marcos 19/10/2026 às 20:40
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Soldado inativo da PM e dos Bombeiros do Pará tem R$ 5.037 de remuneração de referência, enquanto coronel chega a R$ 20.184; tabela de 2026 revela diferença superior a R$ 15 mil
Tabela oficial publicada no Diário Oficial do Pará em abril mostra R$ 5.037,23 para soldado e R$ 20.184,92 para coronel inativos da PM e dos Bombeiros, após revisão geral de 6%. Veja valores das outras graduações.

A tabela oficial de 2026 para policiais e bombeiros militares inativos do Pará apresenta R$ 5.037,23 para soldado e R$ 20.184,92 para coronel. A diferença é de R$ 15.147,69 por mês entre as duas referências publicadas pelo Governo do Estado, que abrangem a Polícia Militar (PMPA) e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMPA).

Os números constam da página 79 da edição extra do Diário Oficial de 1º de abril de 2026. Naquele dia, o Estado sancionou uma revisão geral de 6% para servidores civis e militares. O documento separa soldo, gratificações e remuneração total, mostrando quanto cada componente pesa nos valores oficiais apresentados por posto ou graduação.

Coronel tem soldo de R$ 5.685,89, mas remuneração total chega a R$ 20.184,92

Na última linha da hierarquia de oficiais, o coronel inativo aparece com soldo de R$ 5.685,89. A remuneração total indicada chega a R$ 20.184,92 porque a tabela acrescenta representação por graduação, risco de vida, habilitação militar, serviço ativo, localidade especial, auxílio-moradia e indenização de tropa.

A parcela de risco de vida equivale a R$ 5.685,89. A representação por graduação soma R$ 2.558,65 e a localidade especial, R$ 2.274,36. Também são indicados R$ 1.705,77 de serviço ativo, R$ 1.137,18 de habilitação militar e duas rubricas de R$ 568,59, referentes a auxílio-moradia e indenização de tropa.

O valor total registrado na publicação é quase quatro vezes o atribuído ao soldado. Entre coronel e tenente-coronel, o posto imediatamente inferior, a diferença de referência mensal é de R$ 1.895,01.

Soldado parte de R$ 1.399,23 de soldo e alcança R$ 5.037,23 no total

Na base das graduações, o soldado tem soldo de R$ 1.399,23, quase R$ 3,7 mil abaixo da remuneração total de referência. As gratificações discriminadas pelo Instituto de Gestão Previdenciária e Proteção Social do Pará (IGEPPS) compõem o restante do valor.

A tabela registra R$ 1.399,23 de risco de vida e R$ 559,69 de localidade especial. Representação por graduação, serviço ativo e auxílio-moradia aparecem com R$ 419,77 cada. Somam-se R$ 279,85 de habilitação militar e R$ 139,92 de indenização de tropa, chegando aos R$ 5.037,23 da coluna de remuneração total.

Comparando apenas o soldo, a diferença entre soldado e coronel é de R$ 4.286,66. Ao somar as rubricas da tabela, essa distância sobe para R$ 15.147,69. O crescimento das parcelas calculadas a partir do soldo amplia a distância remuneratória ao longo da carreira.

De cabo a subtenente, a tabela mostra os valores de cada graduação

Entre as praças, o cabo aparece com R$ 5.289,10, enquanto o terceiro-sargento recebe referência de R$ 5.553,55. O segundo-sargento está na linha de R$ 5.831,23, e o primeiro-sargento alcança R$ 6.122,79.

Na graduação mais elevada das praças, o subtenente tem R$ 6.428,93 de remuneração total. Seu soldo é R$ 1.785,81, ainda distante da soma das parcelas. A diferença para o primeiro-sargento é de R$ 306,14; em relação ao soldado, de R$ 1.391,70.

A diferença entre as referências de soldado e cabo é de R$ 251,87 na coluna de remuneração total. Entre terceiro e segundo-sargento, a diferença é de R$ 277,68, enquanto o intervalo entre segundo e primeiro-sargento fica em R$ 291,56. São valores nominais da escala publicada para 2026.

Segundo-tenente começa com R$ 9.965,14 e tenente-coronel chega a R$ 18.289,91

Ao passar das praças para os oficiais, a diferença fica maior. O segundo-tenente tem R$ 9.965,14 de remuneração total, R$ 3.536,21 acima do subtenente. No posto de primeiro-tenente, a tabela apresenta R$ 11.559,33; no de capitão, R$ 12.476,60.

O major aparece com R$ 13.848,14, e o tenente-coronel, com R$ 18.289,91. O salto entre major e tenente-coronel é de R$ 4.441,77, maior que a diferença entre várias graduações consecutivas das praças reunidas.

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Já o coronel figura no topo com R$ 20.184,92. Entre o primeiro posto de oficial e o último, a distância apresentada no quadro chega a R$ 10.219,78. Os valores incluem as parcelas discriminadas no mesmo documento e não correspondem somente ao soldo militar.

Risco de vida e localidade especial ajudam a explicar a diferença de R$ 15 mil

As regras percentuais exibidas no Diário Oficial também variam entre rubricas. O risco de vida corresponde a 100% do soldo, e a localidade especial, a 40%. A habilitação militar figura com 20%, enquanto a rubrica de serviço ativo tem percentual de 30% e a indenização de tropa, 10%.

Na representação por graduação, o percentual da tabela é de 30% para as praças e 45% para os oficiais. Para auxílio-moradia, os percentuais indicados são de 30% e 10%, respectivamente. Por isso, cada linha salarial precisa ser conferida pelo conjunto de suas rubricas, e não apenas pelo valor inicial do soldo.

O quadro reúne esses componentes em colunas individuais e apresenta o resultado na última coluna, intitulada remuneração total. A coluna de abono aparece sem acréscimo nas linhas dos postos e graduações militares apresentadas.

Revisão de 6% foi sancionada em abril e alcançou ativos, inativos e pensionistas

As referências decorrem da Lei estadual nº 11.358, de 1º de abril de 2026, publicada na edição extra do Diário Oficial. A norma concedeu uma revisão geral de 6% aos servidores civis e militares estaduais, ativos, inativos e pensionistas, com efeitos financeiros a partir de 1º de abril.

A Assembleia Legislativa aprovou o projeto em 17 de março. Segundo informação oficial da Alepa, mais de 160 mil pessoas poderiam ser abrangidas pelo reajuste no funcionalismo estadual. Durante a discussão parlamentar, o índice de 6% foi questionado diante das perdas salariais alegadas por algumas categorias.

A lei estabelece que a revisão se aplica aos inativos e pensionistas conforme as disposições constitucionais e legais de seus benefícios. O anexo do IGEPPS reúne as referências dos postos e graduações de ambas as corporações para consulta pública.

Valores de referência não são contracheques líquidos de todos os aposentados

A tabela traz a composição nominal da remuneração de cada posto e graduação na inatividade. O pagamento individual depende do enquadramento legal do beneficiário e dos descontos aplicáveis. Por isso, os valores publicados servem para comparar referências oficiais, mas o depósito recebido por cada militar ou pensionista pode variar.

O documento permite identificar separadamente o soldo, cada parcela e a soma total. Quem quiser conferir o valor de seu posto encontra o quadro na página 79 da edição extra do Diário Oficial, publicada em 1º de abril de 2026.

Você considera proporcional a diferença de mais de R$ 15 mil entre soldado e coronel na inatividade? Conte sua opinião nos comentários e compartilhe esta tabela com quem acompanha a carreira militar.

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2 Comentários
Norival
Norival
20/10/2026 22:43

Estão melhores que as forças armadas do Brasil.

Maria de Fátima Silva Pinto S. Pinto
Maria de Fátima Silva Pinto S. Pinto
20/10/2026 07:47

Ué! O que eles querem? Soldado ganhar igual a coronel? Valores de salários é por mérito, estudou, seguiu carreira, tem disciplina, mostrou desempenho, o indivíduo ascende e passa a ganhar mais.