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Coronel do Exército que aterrorizou os ministros do SUPREMO pode ser candidato para prefeito do Rio de janeiro em 2020

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nossa intenção é formar uma secretaria mais técnica… da pena ver o Rio de Janeiro como está… nossa ideia é organizar, como gestor público que fui, já estou separando o secretariado, justamente pra resolver o problema… é simplesmente colocar aquela pessoa que sabe…”, disse em um vídeo o Coronel – engenheiro Carlos Alves, oficial da reserva do Exército Brasileiro.

O oficial é conhecidíssimo nas redes sociais e em seu canal do YOUTUBE possui mais de 80 mil seguidores. Ele ganhou notoriedade ente 2016 e 2018, período em que muitos grupos pediam INTERVENÇÃO MILITAR. Quando dirigia palavras duras contra autoridades ou fazia convocação para atos seus vídeos e áudios viralizavam rapidamente, assistidos por centenas de milhares de pessoas que desejavam uma virada de mesa no país naqueles períodos conturbados.

Ainda no primeiro semestre de 2018 o militar publicou vídeo onde dizia: “… eu coronel Carlos Alves e mais brasileiros patriotas estamos indo a Brasília para juntos clamarmos diante do congresso nacional para que os nossos comandantes ouçam em alto e bom som o clamor do povo brasileiro… invocamos a vossas excelências o artigo primeiro… todo poder emana do povo e em seu nome será exercido… estamos passando a V.Exa a procuração para que os senhores tomem conta do país, para assumir o controle, arrumar a casa e fazer justiça…”

Logo após a eleição de BOLSONARO o oficial disse:  “Se aceitarem essa denúncia ridícula e derrubarem Bolsonaro por crime eleitoral, nós vamos aí derrubar vocês aí, sim“, disse o oficial em um vídeo publicado em 2018 dirigido para os ministros do STF.

“O que se quer é criar um ambiente de terror e de suspeita se os resultados não atenderem a expectativas… DISCURSO IMUNDO, SÓRDIDO E REPUGNANTE, QUE OFENDEU A HONRA DA MINISTRA… LINGUAGEM INSULTUOSA…”. Disse o Ministro Celso de Mello sobre as declarações de Carlos Alves em um vídeo

Em seguida o militar passou a ser monitorado com uma tornozeleira eletrônica por decisão judicial

O juízo determinou o monitoramento eletrônico do investigado, a proibição de andar armado e possuir arma em casa, o impedimento de deslocar-se à cidade de Brasília, bem como a obrigação de se manter a pelo menos de 5 km de distância de todos os Ministros do STF, do TSE e do Ministro de Estado da Segurança Pública“, informou a Policia Federal em nota.

Revista Sociedade Militar

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