Militares da reserva e reformados das Forças Armadas encontraram nas Eleições 2026 uma fonte extra de renda trabalhando para colegas de farda que se candidatam a cargos políticos. A Revista Sociedade Militar cruzou as prestações de contas dos oito candidatos militares a deputado federal pelo Rio de Janeiro com o cadastro de militares inativos das Forças Armadas. O resultado foi interessante: 25 militares inativos receberam pagamento por duas campanhas para deputado federal, a de Marcos Almeida e a do general Eduardo Pazuello.
Somados, os pagamentos a esses militares chegam a R$ 167.083,30. A maior parte foi para graduados, como suboficiais, subtenente e sargentos. A lista inclui ainda oficiais, um coronel reformado e um segundo-tenente.
Cada pessoa física paga pelas campanhas foi comparada com a base de militares da reserva e reformados.
21 militares na campanha de Marcos Almeida
A campanha de Marcos Almeida (União), que é suboficial da Marinah na reserva, declarou R$ 320.659,50 em despesas. Desse total, R$ 137 mil foram para 21 militares inativos, ou 42,7% de tudo o que a campanha gastou. Marcos Almeida, ao contrário de grande parte dos candidatos, não declarou gastos com impulsionamento em redes sociais.
Os graduados dominam a lista de pagamentos. Foram 15 suboficiais, 4 segundos-sargentos, 1 terceiro-sargento e 1 segundo-tenente. Só os suboficiais receberam R$ 118 mil. Os pagamentos individuais para os militares variam entre R$ 1.500 a R$ 40 mil.
Suboficial coordenador geral e tenente panfletista
Na listagem dos gastos entregue À Justiça Eleitoral há despesas com serviços jurídicos, impressão de panfletos e “atividades de militância e mobilização de rua”. Na campanha, as funções remuneradas vão de cargos com nomes pomposos, como coordenador geral de campanha, coordenador de logística para distribuição de material de campanha, coordenador de campanha na Região dos Lagos e coordenador de área, até o trabalho de panfletagem propriamente dito.
O suboficial A.L.S., por exemplo, denominado como Coordenador geral de campanha da Região dos lagos, recebeu a remuneração de R$ 9 mil. Outro militar, o sargento A.C.F.L., listado como panfletista, recebeu o valor de R$ 4 mil pelo seu trabalho.
A panfletagem não ficou só com os graduados. Até um segundo-tenente reformado aparece contratado como panfletista, ele recebeu R$ 3 mil para divulgação e mobilização de rua. Marcos Almeida, que concorreu pelo partido União Brasil, terminou com 3.281 votos e ficou como suplente.
Na campanha de Pazuello, coronel reformado na folha de pagamento
A campanha do general Eduardo Pazuello (PL) declarou R$ 1.880.989,72 em despesas, o maior volume entre os candidatos militares do estado. Ali, os militares inativos pesam pouco no orçamento.
São quatro: um coronel reformado, um primeiro-sargento, um subtenente e um segundo-sargento. Juntos, eles receberam R$ 30.083,30, ou 1,6% do total. O grosso dos gastos de Pazuello foi para gráficas, impulsionamento em redes sociais e serviços jurídicos.
O resultado nas urnas foi o oposto do de Marcos Almeida. Pazuello foi eleito com 146.148 votos (1,65%), em 10º lugar entre os 46 deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro.
Seis candidaturas sem militares contratados
Os outros seis candidatos militares não pagaram nenhum militar da reserva ou reformado:
- Alana Passos (PL), sargento do Exército e vereadora carioca, declarou R$ 980.955,47 em despesas, sem nenhum militar inativo entre os contratados. Teve 26.528 votos (0,30%) e ficou como suplente.
- Serafim (Avante) gastou cerca de R$ 74 mil, também sem militares contratados, e recebeu 2.874 votos. Não foi eleito.
- Wagner Coelho (DC) declarou R$ 4.546,62 em despesas, nenhuma com pessoas físicas. Teve 4.423 votos e não foi eleito.
- Alex Sabino (Novo) declarou R$ 4.900,50 em despesas, também sem gastos com pessoas físicas. Teve 559 votos e ficou como suplente.
- Sub Antônio Andrade (PT) não declarou receitas nem pagamentos. Teve 1.766 votos e ficou como suplente.
- Bispo Paulo Santos (Democrata) também não declarou receitas nem pagamentos. Recebeu 290 votos e não foi eleito.
Os oito candidatos militares somaram 185.869 votos no Rio de Janeiro. Pazuello concentrou cerca de 79% desse total.
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O que a lei permite
A participação de militares inativos em campanhas é permitida. A Constituição proíbe a filiação partidária apenas para o militar em serviço ativo, conforme o artigo 142, parágrafo 3º, inciso V. A Lei 9.504/1997, no artigo 100, estabelece que a contratação de pessoal para campanhas eleitorais não gera vínculo empregatício.
Para quem está na reserva, pelo qu epode-se perceber, o período eleitoral funciona como um trabalho temporário, e o pagamento da campanha se soma aos proventos de inatividade.
Entre os 25 militares encontrados nas duas campanhas para deputado federal de colegas das Forças Armadas no Estado do Rio de Janeiro, 16 são suboficiais ou subtenentes e 7 são sargentos. Os oficiais são dois: um coronel e um tenente. O valor que mais se repete é R$ 3 mil, pago a 8 deles.
A campanha que mais pagou militares inativos, com R$ 137 mil, terminou com 3.281 votos e um político não eleito. A que menos dependeu deles elegeu um general com 146.148 votos.
A verdade e uma só,ele provavelmente vai chamar toda família pra trabalhar,funcionários comissionados de 5 a 25 e irmãos primos primas amigos de quartel,calma sou da direita odeio a esquerda mas uma coisa eu sei a malandragem tá nós dois lados
OUTRA…. ESSE PAPO DE SOBERANIA…. É PARA DESINFORMADO…. A CHINA COMPROU E DETEM A EXPLORAÇÃO TRÊS MINAS NO BRASIL DE NIOBIO AUTORIZADOS NOS GOVERNO LULA 1, DILMA 1 E TEMER… ENTÃO PARA UM LADO É COMÉRCIO PARA OUTRO É PARA ENTREGAR AS TERRAS RARAS…. VAI SE INFORMAR POVO ESQUERDEOPATA.
Pertencemos as FFAA, para que serve, se ñ para manter a soberania nacional?
De nada adianta se ñ formos donos das nossas riquezas.Ñ podemos falar de soberania, enquanto vendemos tudo
O GENERAL PAZUELLO FOI ELEITO COM O VOTO DAS MASSAS… ELE NÃO SERVE PARA NADA… TALVEZ SÓ PARA PESO DE PAPEL
Li e não achei nada de irregular apesar da manchete. E acho que os militares devem ter representação no Senado e Câmara Federal, pois são parte de uma camada da população. E nestas duas casas sua participação é imprescindível, porque sua classe é impactada pelas resoluções do Congresso Nacional.
Em nenhum lugar, seja do título ou do texto, se diz que há irregularidades.
Na boa, o Governo Lular é uma merda, mas nada é tão ruim que não possa piorar. Flavio envolvido até a tampa com Vorcaro, envolvido com milícia, com plano econômico desastroso. Quer se curvar aos EUA, vai acabar com nossa soberania nacional
Mas cara veja por esse lado, Vorcaro também envolveu o lula quando falou que deu dinheiro “por fora” para rodar o filme dele… Noutro giro, o Brasil já está entregue a china . Sem soberania
Com os EUA não tem conversa, é o que eles querem e ponto. Com a china ainda da pra negociar. Mas precisamos de um governo que invista nas indústrias brasileiras, nao que as estrguem
Robson, mas compara o tanto que o Lula recebeu, e o tanto que o Flavio recebeu, sem falar nas mentiras, o cara não consegue falar a verdade. Os envolvimentos com as milicias do RJ
Verdade guerreiro, infelizmente nesse segundo turno os dois são laxxxx, mas o canalha do nine pelo menos não vai nos estregar de bandeja pros EUA, temos que preservar o pouco de soberania
Que soberania? Sem poder de compra, o trabalhador recebendo.saiarios pífios Um país com uma carga de impostos que não voltam em benefícios para população.e os programas sociais eleitoreiros.
O Bozonero fez o quê pelos trabalhadores e aposentados civis? O que fez pelos veteranos graduados e pensionistas de praças das forças? Acorda tu que dormes das mentiras dos bozonaros…kkkkk
Flavio vai melhorar isso como?Ñ tem uma proposta, ñ sabe argumentar. E quer entregar as terras raras, fez um documento em ingles “Prosperity Partnership”, praticamente dandoa bund@ pra eles