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Petrobras coloca em operação navio de R$ 450 milhões, com tripulação 100% feminina, e reforça a Marinha Mercante do Brasil com tecnologia para reduzir o consumo de combustível

A bordo de um navio moderno, tecnológico e projetado para maior eficiência energética, uma tripulação 100% feminina marca um momento histórico na Petrobras

Bassani
Por Bassani 20/09/2026 às 11:14
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Petrobras coloca em operação navio de R$ 450 milhões, com tripulação 100% feminina, e reforça a Marinha Mercante do Brasil com tecnologia para reduzir o consumo de combustível
A bordo de um navio moderno, tecnológico e projetado para maior eficiência energética, uma tripulação 100% feminina marca um momento histórico na Petrobras

A Petrobras colocou o Starnav Elektra em operação após uma viagem com tripulação 100% feminina, investimento de R$ 450 milhões e recursos destinados à eficiência no consumo de combustível. A embarcação passa a integrar a estrutura marítima da companhia, fortalecendo a indústria naval e ampliando sua atuação na Marinha Mercante do Brasil.

O batismo ocorreu no Píer Mauá, no Rio de Janeiro, na quinta feira, 17 de setembro. Construído no Estaleiro Detroit, em Itajaí, Santa Catarina, o navio seguirá para atuar nas plataformas das bacias petrolíferas brasileiras. A embarcação representa a primeira entrega do Programa Mar Aberto, iniciativa da Petrobras e da Transpetro voltada para a renovação e ampliação da frota do sistema da estatal e o fortalecimento da indústria naval brasileira.

Tripulação feminina representa um novo marco para a indústria naval brasileira

O Starnav Elektra realizou o trajeto entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro com uma equipe formada integralmente por mulheres. A tripulação teve 16 integrantes, lideradas pela comandante Isabela Teixeira Ponce de Leon.

A composição da equipe marcou a viagem de entrega da embarcação e ganhou destaque dentro da operação marítima. O navio foi preparado para atender às atividades das plataformas localizadas nas bacias petrolíferas brasileiras.

A Agência Petrobras, informou que a chegada do Starnav Elektra ocorre dentro de um programa voltado à renovação e ampliação da frota da Petrobras, conectando a demanda da indústria de petróleo à construção naval realizada no Brasil.

Programa Mar Aberto amplia investimento da Petrobras no Brasil

O Programa Mar Aberto foi criado para renovar e ampliar a frota da Petrobras. O Starnav Elektra representa a primeira entrega do programa e passa a integrar a estrutura de embarcações afretadas pela companhia.

O investimento de R$ 450 milhões está relacionado à construção do navio no Estaleiro Detroit, em Itajaí. O projeto envolve a indústria naval brasileira e atende às necessidades operacionais da Petrobras.

Durante a cerimônia, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou os investimentos realizados pela companhia na indústria naval e offshore. Ela afirmou que os projetos ampliam negócios e oportunidades para o setor.

Magda Chambriard também declarou: “São projetos que nos trazem mais eficiência e lucro. Quando utilizamos nossa própria frota estamos economizando recursos e valorizando o portfólio da Petrobras.”

Novas tecnologias reduzem consumo de combustivel

Os novos PSV, sigla em inglês para Platform Supply Vessel, incorporam sistemas modernos de geração e distribuição de energia. Entre os recursos estão bancos de baterias e monitoramento do consumo por telemetria.

A telemetria permite acompanhar informações relacionadas ao consumo por meio de sistemas de monitoramento. Os bancos de baterias fazem parte da estrutura energética incorporada aos novos projetos.

Também existe a possibilidade futura de operação parcial com combustivel renovável. O recurso está associado às metas de transição energética da Petrobras e amplia as alternativas previstas para as embarcações.

Marinha e eficiência ganham espaço com novas tecnologias

Os novos projetos também utilizam tecnologias de pintura e sistemas anti incrustação. Esses recursos contribuem para reduzir o consumo de combustivel e as emissões associadas à operação das embarcações.

A eficiência energética aparece entre os principais recursos incorporados aos PSV. Bancos de baterias, telemetria e soluções aplicadas à estrutura das embarcações formam parte do conjunto tecnológico.

A Agência Brasil, agência pública de notícias, também registrou a possibilidade de operação parcial com combustível renovável e o uso de tecnologias voltadas à redução do consumo e das emissões.

Petrobras prevê novas entregas para a indústria naval brasileira

Durante a cerimônia, Magda Chambriard informou que existem 48 barcos contratados até o final do ano. A presidente também afirmou que, até o ano seguinte, serão entregues 96 embarcações, incluindo barcaças e empurradores.

Os números ampliam a dimensão do Programa Mar Aberto e mostram o volume de embarcações previsto para a renovação da frota. A iniciativa contempla diferentes tipos de unidades e mantém a indústria naval brasileira ligada às necessidades da Petrobras.

O programa também representa uma frente de investimento no Brasil, especialmente para a construção de embarcações destinadas ao apoio das operações petrolíferas.

Starnav Elektra inicia nova fase nas bacias brasileiras

Após a viagem entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro, o Starnav Elektra seguirá para operar nas plataformas das bacias petrolíferas brasileiras. O navio reúne investimento de R$ 450 milhões, construção nacional e recursos voltados à eficiência energética.

A tripulação formada por 16 mulheres também marcou a viagem de entrega da embarcação. A comandante Isabela Teixeira Ponce de Leon esteve à frente da equipe durante o deslocamento até o Rio de Janeiro.

O Starnav Elektra passa agora a integrar a expansão da frota ligada ao Programa Mar Aberto. A iniciativa reúne renovação de embarcações, tecnologias de eficiência e novos investimentos na indústria naval do Brasil.

A chegada do Starnav Elektra reúne investimento de R$ 450 milhões, construção naval no Brasil e uma tripulação 100% feminina na viagem de Santa Catarina ao Rio de Janeiro. A embarcação seguirá para as plataformas das bacias petrolíferas brasileiras.

Com bancos de baterias, telemetria, novas tecnologias de pintura e sistemas anti incrustação, o navio também incorpora recursos voltados à eficiência e à redução do consumo de combustível.

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