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A Fábrica de desinformação da esquerda. Onde a “notícia progressista” é produzida, por onde caminha e até onde chega

A Fábrica de desinformações da esquerda. Observem onde a “notícia” é produzida e até onde chega, ditando assim a pauta esquerdista.

Há algumas semanas pipocaram em um blogs sujos, como são chamados os blogs esquerdistas que dão “o tom” do discurso da esquerda, notas sobre a composição da nova comissão de anistia, construída por Bolsonaro e Damares para avaliar pedidos de indenizações e pensões relacionados à chamada Ditadura Militar.

As notas têm como objetivo principal dizer que a comissão que analisa as solicitações de indenizações seria formada de pessoas intelectualmente incapazes ou com atuação anterior que os desabonaria para exercer tão nobre oficio.

Praticamente todas as publicações em blogs de esquerda sobre esse assunto, veiculadas a partir de abril de 2019 tiveram como base um artigo do site “a Pública.org”, auto-proclamado como “agência de jornalismo investigativo”. No artigo, com o titulo Pasta de Damares nega 33 pedidos de anistia para cada solicitação aprovada”, menciona-se características dos membros da supra mencionada comissão que os tornam, na ótica do articulista, parciais demais para avaliar os pedidos.

Alguns dados apresentados no texto 

Contra reserva de vagas para afrodescendentes e relação com a família Bolsonaro, João Henrique Nascimento de Freitas.

Escreveu artigo para a Revista Sociedade Militar criticando Miriam Leitão – General Rocha Paiva.

Responsável pelas operações da missão das Nações Unidas no Haiti, em 2006  – Coronel Cláudio Tavares Casali.

É tenente-coronel da Polícia Militar de Santa Catarina, Dionei Tonet.  

É cabo da Marinha do Brasil, Leandro do Nascimento Rodrigues.

Vejamos como se deu a coisa. Não trataremos do assunto “concessão de pensões ou indenizações”, (VEJA ARTIGO SOBRE ISSO AQUI), mas do caminho percorrido pela “informação” e da assustadora capacidade de inter-operacionalidade que possui a mídia de esquerda em prol do seu objetivo maior, que é influenciar o maior número possível de pessoas e ditar o tom da pauta política nas redes sociais, internet e jornais televisivos.

O artigo original – citando inclusive texto do general Rocha Paiva publicado na Revista Sociedade Militar – foi publicado inicialmente pela agência A Pública, como acima mencionado. A instituição alega não ter fins lucrativos. Pergunta-se então, de onde vem o dinheiro para sua subsistência? Nos dias de hoje é pouco crível que um veículo de comunicação alcance grade visibilidade sem qualquer investimento. Quem, portanto, mantém a coisa funcionando, quem paga a conta e qual o viés político desse investidor?

Resposta, a agência é subvencionada pela fundação FORD, tradicional defensora de pautas esquerdistas, como pode-se ver pelos relatórios abaixo. Encontrados em https://www.fordfoundation.org/… 12_tax_return.pdf e em https://www.fordfoundation.org/work/

Esse “investimento” obviamente é o que permite que a agência arque com custos relacionados a servidores, salário de jornalistas, possivelmente realize investimento nos chamados influenciadores digitais e em impulsionamento pelas redes sociais, ações consideradas hoje quase como indispensáveis para que artigos tenham boa visibilidade.

Depois de preparado o artigo inicial entram os telefonemas e os acordos para que o restante da tropa de sites, redes sociais e blogs “progressistas” espalhem a coisa e forneçam espaço para divulgação da matéria. 

Abaixo percebe-se que as redes sociais realmente fazem parte da estratégia de A PÚBLICA para fazer com que seu material alcance milhares de pessoas. Notem que a nota chegou até a Exame, órgão de imprensa com grande credibilidade.

Quem não lê Carta Capital porque considera radical demais, lê a Exame. Quem não acesso ao Blog Viomundo, acessa o GGN ou 247 e por aí vai. A coisa é orquestrada e como um exército eles se movem de forma bem organizada e num espaço de poucos dias “fazem a cabeça” de centenas de milhares de pessoas. Grande parte destas ficam só com a mensagem de chamada inicial, normalmente tendenciosa, que não condiz com a realidade e – frequentemente – nem mesmo com as informações do artigo que se segue.

Abaixo imagem da nota derivada da inicial em A Pública.org republicada em vário sites e blogs.

Revista Sociedade Militar

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