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Coronavírus e carnaval, mistura muito perigosa! Cada contaminado pode espalhar o vírus pra outras 2.6 pessoas em média

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Coronavírus, “Muito perigoso”! Cada contaminado pode espalhar o vírus pra outras 2.6 pessoas em média

Na ausência de medicamentos antivirais ou vacinas, o controle depende da pronta detecção e isolamento de casos sintomáticos. No momento, não está claro se esse surto pode ser contido na China…”

Os estudos sobre a contaminação e possível pandemia são realmente preocupantes e as autoridades tem que estar muito atentas porque o nível de possibilidade de contaminação é muito grande.

A Transmissão de #coronoavirus, segundo o Doutor Eric Feigl-Ding, epidemiologista da universidade de Harvard, está estimada em aproximadamente 2,6.  Outra pesquisa, divulgada anteriormente pelo mesmo médico, indicava um nível de contaminação da ordem de inferior aos 3,8. “Até os autores admitem #CoronaOutbreak contenção será muito difícil”, diz o médico em suas redes sociais.

A Revista Sociedade Militar conversou com profissionais de diversas áreas e alguns demonstraram preocupação no que diz respeito ao grande número de estrangeiros que deve se deslocar para o Brasil nas próximas semanas, graças ao carnaval.

A Sociedade Brasileira de Infectologia já informou que as vacinas contra gripe não previnem contra o CORONAVÍRUS.

Rio de Janeiro e Salvador, concluiu-se depois das conversas, são duas cidades que devem ser observadas de perto nas próximas semanas.

Veja um trecho do relatório divulgado pelo especialista

Relatório resumido 3 – A transmissão auto-sustentável de humano para humano do novo coronavírus (2019-nCov) é a única explicação plausível da escala do surto em Wuhan. Estimamos que, em média, para cada caso infectado haverá 2,6 (intervalo de incerteza: 1,5-3,5) outras pessoas contaminadas até 18 thJaneiro de 2020, com base em uma análise que combina nossas estimativas anteriores do tamanho do surto em Wuhan com a modelagem computacional de possíveis trajetórias epidêmicas. Isso implica que as medidas de controle precisam bloquear bem mais de 60% da transmissão para serem eficazes no controle do surto. É provável, com base na experiência da SARS e do MERS-CoV, que o número de casos secundários causados ​​por um caso de 2019-nCoV seja altamente variável – com muitos casos que não causam infecções secundárias e alguns que causam muitos. Se a transmissão continuar na mesma taxa atualmente dependerá da eficácia das medidas de controle atuais implementadas na China e até que ponto as populações das áreas afetadas adotarão comportamentos de redução de risco. Na ausência de medicamentos antivirais ou vacinas, o controle depende da pronta detecção e isolamento de casos sintomáticos. No momento, não está claro se esse surto pode ser contido na China…”

Veja aqui o último relatório sobre a situação na CHINA

Revista Sociedade Militar

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