A presença de uma aeronave oficial caracterizada do governo dos Estados Unidos chamou atenção no aeroporto de Uberlândia, interior de Minas Gerais, no último dia 20 de outubro. Trata-se de um avião bimotor turboélice modelo King Air 200 (BE20), que tem a versão militar designada como C-12 Huron.
O relato da presença do avião americano no interior de Minas Gerais foi reportado pelo perfil Agora Triângulo nas redes sociais. Segundo o site de rastreamento de voos AirNav Radar, o avião partiu de Uberlânda às 12h35 com destino a Brasília, onde pousou às 13h23 do último dia 20.
Apesar de curiosa, a presença desta aeronave, que tem condimoe oficial de Shark 07 nas frequências de identificação por rádio, é comum pelos aeroportos do país.
Trata-se um avião baseado no Aeroporto Internacional de Brasília/Presidente Juscelino Kubitschek (BSB) que presta serviços administrativos ao governo norte-americano no Brasil e em países vizinhos. O Shark 07 tem a missão de realizar voos de suporte logístico, transporte de pessoal e distribuição de materiais para a Embaixada e consulados dos EUA no país.
O King Air é operado pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), com autorização oficial do governo brasileiro.
O avião também realiza transporte administrativo, de malotes, suprimentos e pessoal entre a Embaixada dos EUA em Brasília, consulados e missões em países vizinhos, como Argentina, Paraguai e Uruguai.
O avião americano já foi flagrado em outros estados brasileiros nos últimos anos, sempre despertando curiosidade e rendendo registros de spotters da aviação em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Manaus e Palmas.
Entrada de aeronaves exige autorização
Pela lei brasileira, aeronaves militares estrangeiras ou aviões oficiais de um governo estrangeiro não podem entrar no espaço aéreo brasileiro sem autorização federal. A regra também se aplica ao sobrevoo sem pouso.
Segundo o Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica (DECEA), os voos no espaço aéreo brasileiro, com ou sem pouso no território subjacente, estão condicionados à autorização prévia do Estado Maior da Aeronáutica ou da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
As regras também determinam que o primeiro pouso e a última decolagem em território brasileiro das aeronaves estrangeiras deverão ser realizados em aeroportos internacionais.
Em alguns casos, pode ser necessária autorização alfandegária da Receita Federal. Foi o que aconteceu com a passagem dos caças F-16 adquiridos pela Argentina junto à Dinamarca, que passaram pelo espaço aéreo brasileiro no final de setembro em translado para o país vizinho, e exigiram uma autorização especial, conforme noticiou a Revista Sociedade Militar.
As seis aeronaves de combate, juntamente com aviões de apoio da Força Aérea Argentina (FAA), pousaram na Base Aérea de Natal (BANT), no Rio Grande do Norte, após uma complexa etapa de travessia do Oceano Atlântico, antes de seguir para a Argentina.
C-130 Hercules chamou atenção no Brasil
No final de setembro, a presença de uma aeronave miltiar de grande porte dos Estados Unidos chamou atenção ao pousar na Base Aérea de Campo Grande (CACG), no Mato Grosso do Sul.
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Trata-se de um avião Lockheed Martin HC-130J Combat King II operado pelo 102º Esquadrão de Resgate, da 106ª Ala de Resgate da Guarda Aérea Nacional de Nova York. Na vinda ao Brasil voou com o indicativo KING76.
A entrada dessa aeronave no Brasil também exigiu uma autorização especial do Ministério da Defesa.

O HC-130J Combat King II é uma versão do Hércules usada em missões de busca e salvamento em combate. O avião pode reabastecer helicópteros em voo e lançar botes e suprimentos para equipes de resgate.
A Força Aérea Brasileira (FAB) informou à época que o avião esteve no Brasil para participar do exercício operacional Tápio 2026, em conjunto com a FAB. O objetivo do exercício foi o adestramento de tropas e simulações de guerra irregular, combate e busca e salvamento em combate (C-SAR).
O treinamento reúne militares brasileiros, norte-americanos e de outros países parceiros para simular missões de resgate e apoio em áreas de difícil acesso. Segundo a FAB, a participação do avião norte-americano permitiu que militares brasileiros realizem treinamentos com uma aeronave utilizada pelos Estados Unidos em missões desse tipo.
OS Estados Unifos nunca aceitaria que aeronavel Brasikrira fazer o mesmo lá nos Estados Unidosf
A PRESENÇA DE AERONAVES OFICIAIS DOS EUA EM TERRITÓRIO BRASILEIRO REFORÇA A IMPORTÂNCIA DA TRANSPARÊNCIA SOBRE AS MISSÕES REALIZADAS, INFORMAÇÃO CLARA TAMBÉM É FUNDAMENTAL PARA EVITAR ESPECULAÇÕES E GARANTIR QUE OS INTERESSES DO BRASIL SEJAM PRESERVADOS.
o americano é um bicho curioso no país alheio
A cooperação internacional é bem-vinda, mas deve ocorrer sempre dentro das leis brasileiras, com fiscalização e transparência, afinal, segurança nacional e soberania não podem deixar margem para dúvidas.
Petezada, de mala pronta pra esvaziarem o planalto e todos os órgãos públicos em todo o Brasil kkkkk